Adolescente de 15 anos cultiva plantas carnívoras e faz do hobby um negócio em Chapecó

“É algo que brilha dentro de mim”, diz adolescente que possui uma coleção com 412 exemplares de plantas carnívoras

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Enquanto os adolescentes têm como hobby o esporte e os jogos de celulares, Vicente Skowronki, de 15 anos, tem um gosto inusitado. Aos 10 anos ele começou a demostrar interesse pelas plantas carnívoras. “Sempre gostei, é algo que brilha dentro de mim”, garante. Morador de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, Vicente fez do hobby um negócio.

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    As plantas que são chamadas de carnívoras se alimentam de insetos - Diego Antunes/NDTV
    As plantas que são chamadas de carnívoras se alimentam de insetos - Diego Antunes/NDTV
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    Vicente mantém o cultivo desde 2022 - Diego Antunes/NDTV
    Vicente mantém o cultivo desde 2022 - Diego Antunes/NDTV
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    O adolescente de 15 anos demostrou interesse pelas plantas carnívoras desde cedo - arquivo pessoal/reprodução/ND
    O adolescente de 15 anos demostrou interesse pelas plantas carnívoras desde cedo - arquivo pessoal/reprodução/ND

Foi em vídeos na internet que Vicente descobriu as plantas carnívoras. Em uma floricultura de Chapecó ele comprou a primeira unidade e, a partir daí, o cultivo começou.

Durante a pandemia, devido aos estudos, o hobby foi deixado de lado. Mas após dois anos sem manter nenhuma planta carnívora em casa, Vicente resolveu retomar o cultivo e não parou mais. “Foi no dia 26 de novembro de 2022 que retomei com uma planta e em um mês já tinha 50 unidades”, conta.

O grande incentivador do adolescente é o pai, Mauro Canal. Ele percebeu que não era apenas um hobby e resolveu apoiar. “O Vicente começou a estudar sobre as espécies das plantas carnívoras e percebemos o quanto estava evoluindo”, diz.

Hobby virou negócio de plantas carnívoras 

As plantas chamadas de carnívoras se alimentam de insetos. Hoje a coleção de Vicente conta com 412 exemplares e ele vende para todo o Brasil. De 25 a 30 unidades são entregues todo mês. O transporte é feito pelos Correios e por transportadora.  “Não vou mais parar. Enquanto conseguir vou cultivar”, garante.

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