Biólogo faz fotos inéditas de cobra engolindo perereca-macaco em SC

Registros foram feitos em uma área florestal de São Miguel do Oeste, no Extremo-Oeste do Estado; flagra se tornou uma publicação científica

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    O biólogo Jackson Preuss realizou um flagra inédito do encontro inusitado de uma cobra corredeira-lisa (Thamnodynastes strigatus) e uma perereca-macaco (Phyllomedusa tetraploidea). – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    O biólogo Jackson Preuss realizou um flagra inédito do encontro inusitado de uma cobra corredeira-lisa (Thamnodynastes strigatus) e uma perereca-macaco (Phyllomedusa tetraploidea). – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    O registro impressionante foi feito em uma região florestal do município de São Miguel do Oeste, no Extremo-Oeste de Santa Catarina. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    O registro impressionante foi feito em uma região florestal do município de São Miguel do Oeste, no Extremo-Oeste de Santa Catarina. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    O flagrante ocorreu em uma noite chuvosa em que o biólogo acompanhou por três horas a incansável luta da perereca-macaco pela vida. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    O flagrante ocorreu em uma noite chuvosa em que o biólogo acompanhou por três horas a incansável luta da perereca-macaco pela vida. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    A cobra de cerca de um metro observou e calculou precisamente o bote contra a perereca. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    A cobra de cerca de um metro observou e calculou precisamente o bote contra a perereca. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    Em fotos, Preuss registrou desde o bote da inicial até a deglutição (refeição) completa. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    Em fotos, Preuss registrou desde o bote da inicial até a deglutição (refeição) completa. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    O biólogo explica que o que chama a atenção é que os anfíbios do gênero Phyllomedusa são reconhecidos pela ciência como indivíduos que possuem uma toxina na pele, o que teoricamente não seria atrativo para predadores. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    O biólogo explica que o que chama a atenção é que os anfíbios do gênero Phyllomedusa são reconhecidos pela ciência como indivíduos que possuem uma toxina na pele, o que teoricamente não seria atrativo para predadores. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    Após a ingestão da perereca-macaco, o biólogo observou a cobra por um período e não percebeu a regurgitação do anfíbio, ou seja, a predação ocorreu por completo. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    Após a ingestão da perereca-macaco, o biólogo observou a cobra por um período e não percebeu a regurgitação do anfíbio, ou seja, a predação ocorreu por completo. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    Segundo Preuss, os anfíbios desse gênero são evitados por predadores em geral porque possuem glândulas de veneno na pele que acabam alterando a função cardíaca do predador e causam uma analgesia e paralisia. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    Segundo Preuss, os anfíbios desse gênero são evitados por predadores em geral porque possuem glândulas de veneno na pele que acabam alterando a função cardíaca do predador e causam uma analgesia e paralisia. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    Com esse flagrante, o biólogo observa que se descobriu que a secreção do anfíbio do gênero Phyllomedusa não é suficiente para evitar a ingestão desses animais. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    Com esse flagrante, o biólogo observa que se descobriu que a secreção do anfíbio do gênero Phyllomedusa não é suficiente para evitar a ingestão desses animais. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    Por isso, esse foi um registro de predação inédito para a ciência, o que resultou em um trabalho científico já publicado na Revista científica Biotaxa. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    Por isso, esse foi um registro de predação inédito para a ciência, o que resultou em um trabalho científico já publicado na Revista científica Biotaxa. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
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    O registro inédito levou cerca de três horas para ser concluído pelo biólogo Jackson Preuss. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND
    O registro inédito levou cerca de três horas para ser concluído pelo biólogo Jackson Preuss. – Foto: Jackson Preuss/Divulgação/ND