Cachorro acompanha cortejo e dias depois deita ao lado de sepultura em SC

Cachorro acompanha cortejo fúnebre e dias depois é flagrado deitado ao lado de sepultura

Redação ND Joinville

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Uma história emocionante digna de roteiro de filme. Um cachorro acompanhou um cortejo fúnebre em Rio Negrinho, no Planalto Norte de Santa Catarina, e dias depois foi flagrado deitado ao lado da sepultura.

O cortejo de Maurilio Leffer da Silva, 82 anos, aconteceu na terça-feira, dia 2 de novembro. E no último sábado, dia 6, o mesmo cão foi flagrado deitado ao lado de sepultura de Maurilio. Na verdade, uma sepultura familiar. A imagem do senhor Maurilio ainda não estava na lápide porque a morte ocorrera recentemente, informou a Funerária São Gabriel.

cachorro deita ao lado do seu dono no cemitérioCão foi flagrado no último sábado, dia 6, no Cemitério Jardim Parque da Colina. – Foto: Funerária São Gabriel/Divulgação ND

A Funerária São Gabriel fez o funeral de Maurilio em Rio Negrinho na terça-feira. O velório ocorreu na capela da funerária, que fica em uma rua bastante movimentada e sempre há muitos cachorros na via.

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No entanto, na hora de retirar o corpo da capela para levá-lo ao Cemitério Jardim Parque da Colina, durante o cortejo fúnebre a pé, familiares e amigos perceberam que um dos cachorros começou a segui-los. Todos os outros cães ficaram para trás e só um foi até o cemitério, que fica a cerca de 50 metros da capela, em Rio Negrinho.

O corpo foi retirado, colocado na sepultura. Os agentes funerários começaram a colocar as coroas de flores e perceberam que o cachorro não saía de perto. Ficou o tempo todo ali.

Cão ao lado da sepultura familiar. A imagem do senhor Maurilio ainda não estava na lápide porque a morte ocorrera recentemente.  – Foto: Funerária São Gabriel/Divulgação NDCão ao lado da sepultura familiar. A imagem do senhor Maurilio ainda não estava na lápide porque a morte ocorrera recentemente.  – Foto: Funerária São Gabriel/Divulgação ND

“Realmente, mostrou que a frase ‘o cão é o melhor amigo do homem’ é verdadeira e faz todo o sentido”, comentou Fernando, da Funerária São Gabriel.

Num primeiro momento, acreditou-se que o cãozinho era do senhor que morreu. A informação foi divulgada à reportagem do Portal ND+.

No entanto, parentes próximos disseram que o cão não era de Maurilio Leffer da Silva. E, por isso, esta reportagem foi atualizada.

Mas, muito embora o cachorro não fosse do senhor Maurilio, familiares comentaram nas redes sociais que ele gostava muito de animais. E que acharam linda a atitude do cãozinho chamado Caramelo.