FOTOS: Após resgate, corujas-da-igreja conquistam pela fofura em Jaraguá do Sul

As aves resgatadas parecem posar para a câmara; só na última semana, cerca de 10 corujas foram recolhidas na região

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Duas corujas-da-igreja foram resgatadas em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, na última semana. As aves são comuns em galpões e igrejas. Dessa vez, contudo, as “intrusas” chamaram a atenção pela fofura: elas esbanjam beleza e parecem até posar para as câmeras.

Uma delas estava dentro de uma casa, no bairro da Amizade. A outra, abrigada em uma empresa na Vila Lenzi.

“Quando elas entram em residências ou estão machucadas, aí nós vamos até o local para retirar o animal”, comentou Christian Raboch, biólogo da Fujama (Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente).

As duas estavam saudáveis, mas a fundação comenta que a maior parte das corujas fica ferida por colisão em vidraças de casas e veículos. Só na última semana, por exemplo, foram recolhidas cerca de 10 destas aves.

“Algumas delas a gente já conseguiu devolver para natureza, mas houve dois casos nos quais os animais precisaram ter uma das asas amputada”, lamentou Gilberto Duwe, que também é biólogo na fundação.

De acordo bom a prefeitura, uma das corujas está bem e deverá ser devolvida em breve à natureza. Por ser filhote, o outro animal deverá ser enviada Centro de Reabilitação de Animais Silvestres em Florianópolis.

Veja fotos:

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    Estima-se que há pelo menos 10 espécies de corujas, dos mais variados tamanhos, vivendo na região de Jaraguá do Sul – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
    Estima-se que há pelo menos 10 espécies de corujas, dos mais variados tamanhos, vivendo na região de Jaraguá do Sul – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
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    Desde 2017, 1395 animais silvestres já foram salvos por equipes da Fujama e bombeiros voluntários, através do Programa Resgate de Fauna. Somente em julho, foram 35 ocorrências – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
    Desde 2017, 1395 animais silvestres já foram salvos por equipes da Fujama e bombeiros voluntários, através do Programa Resgate de Fauna. Somente em julho, foram 35 ocorrências – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
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    Segundo o biólogo Cristian Raboch, as corujas geralmente não são agressivas. “Mas na hora da captura é preciso ter equipamento necessário, pois, como todo animal silvestre, elas se defendem”, explica – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
    Segundo o biólogo Cristian Raboch, as corujas geralmente não são agressivas. “Mas na hora da captura é preciso ter equipamento necessário, pois, como todo animal silvestre, elas se defendem”, explica – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
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    Coruja estava saudável quando foi resgatada – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
    Coruja estava saudável quando foi resgatada – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
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    As corujas-da-igreja normalmente aparecem em igrejas ou galpões – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
    As corujas-da-igreja normalmente aparecem em igrejas ou galpões – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
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    Só na última semana, foram recolhidas cerca de 10 destas aves – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND
    Só na última semana, foram recolhidas cerca de 10 destas aves – Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul/Divulgação/ND

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