FOTOS: gaivota que levou tiro de chumbinho é devolvida à natureza após cirurgia

Dez aves foram reabilitadas e soltas em Florianópolis; gaivota que sofreu maus-tratos ficou totalmente recuperada podendo voltar ao habitat natural

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Nesta quarta-feira (28), dez gaivotas, da espécie Larus dominicanus, foram devolvidas à natureza após passarem por reabilitação no CePRAM/R3 Animal (Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos), em Florianópolis. Já os resgates ocorreram em diferentes regiões do Estado.

Uma das aves foi vítima de maus-tratos e passou por cirurgia para a retirada de chumbinho em uma das asas. Graças aos esforços da equipe veterinária, a gaivota se recuperou bem e pôde voltar ao habitat natural.

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    As dez gaivotas são da mesma espécie e foram libertadas em Florianópolis – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    As dez gaivotas são da mesma espécie e foram libertadas em Florianópolis – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    Uma delas tinha um chumbinho alojado em uma das asas – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    Uma delas tinha um chumbinho alojado em uma das asas – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    A ave foi resgatada pela equipe do PMP-BS (Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos) junto à Udesc/Laguna. Após a realização de exame de raio-x, foi constatado que ela tinha um projétil alojado em uma das asas, motivo pelo qual não conseguia voar – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    A ave foi resgatada pela equipe do PMP-BS (Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos) junto à Udesc/Laguna. Após a realização de exame de raio-x, foi constatado que ela tinha um projétil alojado em uma das asas, motivo pelo qual não conseguia voar – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    O resgate dos animais ocorreu em diferentes regiões do Estado – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    O resgate dos animais ocorreu em diferentes regiões do Estado – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    Após a realização de exame de raio-x, foi constatado que a gaivota tinha um projétil alojado em uma das asas, motivo pelo qual não conseguia voar – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    Após a realização de exame de raio-x, foi constatado que a gaivota tinha um projétil alojado em uma das asas, motivo pelo qual não conseguia voar – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    “O procedimento cirúrgico foi bem delicado, pois causou uma fratura na asa e havia o risco de o animal não conseguir ser devolvido à natureza”, explica a médica veterinária Marzia Antonelli, que realizou a cirurgia junto com o médico veterinário Sandro Sandri, no dia 17 de março. – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    “O procedimento cirúrgico foi bem delicado, pois causou uma fratura na asa e havia o risco de o animal não conseguir ser devolvido à natureza”, explica a médica veterinária Marzia Antonelli, que realizou a cirurgia junto com o médico veterinário Sandro Sandri, no dia 17 de março. – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    As gaivotas passaram por reabilitação no CePRAM/R3 (AnimalCentro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos), em Florianópolis – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    As gaivotas passaram por reabilitação no CePRAM/R3 (AnimalCentro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos), em Florianópolis – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    Maltratar animais é crime previsto na lei federal 9.605/98. As denúncias podem ser realizadas em ligação para 190. Caso veja um mamífero, ave ou tartaruga marinha debilitada ou morta na praia, ligue para 0800 642 3341.- Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    Maltratar animais é crime previsto na lei federal 9.605/98. As denúncias podem ser realizadas em ligação para 190. Caso veja um mamífero, ave ou tartaruga marinha debilitada ou morta na praia, ligue para 0800 642 3341.- Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
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    Mesmo com a lesão, houve recuperação total da fratura e o realinhamento da asa – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal
    Mesmo com a lesão, houve recuperação total da fratura e o realinhamento da asa – Foto: Nilson Coelho/R3 Animal

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