‘Ouvi gritos’: mangusto ataca a cobra mais temida do mundo, a Mamba-negra

Flagrante foi feito por uma guia de campo que passava pela região

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    Ankia Pusey, de 35 anos, guia de campo, estava dirigindo pelo Parque Nacional Kruger, na África do Sul, quando presenciou a grande e venenosa cobra mamba-negra atacar um mangusto, um mamífero carnívoro conhecido pela sua habilidade de caçar e lutar com animais perigosos, como as serpentes.
    Ankia Pusey, de 35 anos, guia de campo, estava dirigindo pelo Parque Nacional Kruger, na África do Sul, quando presenciou a grande e venenosa cobra mamba-negra atacar um mangusto, um mamífero carnívoro conhecido pela sua habilidade de caçar e lutar com animais perigosos, como as serpentes.
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    “Foi um dia frio com chuva fraca. A estrada estava tranquila e não havia nenhum outro veículo à vista. Fomos devagar, observamos alguns pássaros e procuramos rastros e sinais de animais na área. Então ouvi gritos de alarme de estorninhos e informei meus convidados que os estorninhos haviam sido perturbados por alguma coisa, provavelmente uma cobra ou uma coruja”, contou a profissional ao site Latest Sightings. – Foto: Latest Sightings/ND
    “Foi um dia frio com chuva fraca. A estrada estava tranquila e não havia nenhum outro veículo à vista. Fomos devagar, observamos alguns pássaros e procuramos rastros e sinais de animais na área. Então ouvi gritos de alarme de estorninhos e informei meus convidados que os estorninhos haviam sido perturbados por alguma coisa, provavelmente uma cobra ou uma coruja”, contou a profissional ao site Latest Sightings. – Foto: Latest Sightings/ND
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    Ela disse que parou o veículo de safári e observou a movimentação dos pássaros. “Nesse momento, percebi que era uma cobra, e vimos a grande mamba-negra subir um pouco mais alto, em direção ao topo do mato, ainda entre as folhas e galhos. De repente, o mangusto foi na direção da serpente, por entre as filhas e galhos”, detalhou.
    Ela disse que parou o veículo de safári e observou a movimentação dos pássaros. “Nesse momento, percebi que era uma cobra, e vimos a grande mamba-negra subir um pouco mais alto, em direção ao topo do mato, ainda entre as folhas e galhos. De repente, o mangusto foi na direção da serpente, por entre as filhas e galhos”, detalhou.
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    “O mangusto mordeu a mamba no corpo e desceu correndo o mato para escapar. A mamba então se moveu para o topo do arbusto e ficou lá. Depois ele voltou, mordeu a mamba uma 2ª vez e desceu. Isso continuou por cerca de 30 minutos, com vários ataques por baixo da mamba”, acrescentou a guia.
    “O mangusto mordeu a mamba no corpo e desceu correndo o mato para escapar. A mamba então se moveu para o topo do arbusto e ficou lá. Depois ele voltou, mordeu a mamba uma 2ª vez e desceu. Isso continuou por cerca de 30 minutos, com vários ataques por baixo da mamba”, acrescentou a guia.
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    O mangusto conseguiu morder a cobra mais algumas vezes sem causar sérios danos à cobra ou ser mordido. A serpente já estava exausta neste ponto, momento que o mangusto se afastou do local. Os pássaros voltaram a atacar a cobra, que se obrigou a ir para outro ponto mais seguro.
    O mangusto conseguiu morder a cobra mais algumas vezes sem causar sérios danos à cobra ou ser mordido. A serpente já estava exausta neste ponto, momento que o mangusto se afastou do local. Os pássaros voltaram a atacar a cobra, que se obrigou a ir para outro ponto mais seguro.
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    A guia diz que na maioria das vezes, quando os mangustos atacam cobras, eles matam a cobra. Nunca saberemos por que esse mangusto deixou a cobra depois de cerca de uma hora. Talvez fosse um mangusto fêmea com filhotes na área, e ela só queria ter certeza de que não atingiria seus filhotes. – Foto: Latest Sightings/ND
    A guia diz que na maioria das vezes, quando os mangustos atacam cobras, eles matam a cobra. Nunca saberemos por que esse mangusto deixou a cobra depois de cerca de uma hora. Talvez fosse um mangusto fêmea com filhotes na área, e ela só queria ter certeza de que não atingiria seus filhotes. – Foto: Latest Sightings/ND
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    “Não é um avistamento muito comum de se testemunhar. Só vi isso acontecer duas vezes — e passo a maioria do tempo no mato. Esta foi a primeira vez que tive a oportunidade de vê-lo corretamente e conseguir tirar algumas fotos”, disse.
    “Não é um avistamento muito comum de se testemunhar. Só vi isso acontecer duas vezes — e passo a maioria do tempo no mato. Esta foi a primeira vez que tive a oportunidade de vê-lo corretamente e conseguir tirar algumas fotos”, disse.

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