Lagarta de fogo: veja o inseto responsável por interditar área nobre da Beira-Mar Norte

Depois de infestar área nobre da Beira-Mar Norte, no final de abril, insetos seguem em local privilegiado de Florianópolis; prefeitura segue monitorando o espaço que apresentou redução

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O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Florianópolis confirmou que reduziu a área interditada, na Beira-Mar Norte, em frente ao trapiche, infestada pela lagarta de fogo que, conforme a região do País, carrega uma alcunha diferente.

A interdição do espaço já se aproxima dos 50 dias já que, desde o final de abril, a prefeitura, via CCZ, mantém o local isolado.

Do lúdico “queima-queima” ao popular “taturana”, ou até mesmo a conhecida “bicha-cabeluda”, o fato é que o inseto simplesmente tomou conta de um dos espaços mais nobres da Beira-Mar Norte, em frente ao trapiche.

Em 23 de abril houve o registro dos primeiros insetos no local. A lagarta, de nome megalopyge lanata pertence a família megalopygidade onde apresenta cerdas pontiagudas, curtas e que contêm as glândulas de veneno, entremeadas por outras longas, coloridas e inofensivas.

Em contato com a pele algumas queimaduras podem ser constatadas. Suas lagartas, quando completamente desenvolvidas, medem de 60 a 70 mm de comprimento e 14 a 18 mm de largura máxima.

A Prefeitura pede para que a população que encontrar lagartas em algum outro ponto da cidade, que entre em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo telefone: (48) 3236-1962.

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    Aparição de várias “lagartas fogo” interdita área na Beira-Mar Norte; em 3 de abril houve o registro dos primeiros insetos no local. – Foto: Léo Munhoz/ND
    Aparição de várias “lagartas fogo” interdita área na Beira-Mar Norte; em 3 de abril houve o registro dos primeiros insetos no local. – Foto: Léo Munhoz/ND
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    A lagarta, de nome megalopyge lanata pertence a família megalopygidade onde apresenta cerdas pontiagudas, curtas e que contêm as glândulas de veneno, entremeadas por outras longas, coloridas e inofensivas. – Foto: Léo Munhoz/ND
    A lagarta, de nome megalopyge lanata pertence a família megalopygidade onde apresenta cerdas pontiagudas, curtas e que contêm as glândulas de veneno, entremeadas por outras longas, coloridas e inofensivas. – Foto: Léo Munhoz/ND
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    Em contato com a pele algumas queimaduras podem ser constatadas; a prefeitura pede que, em caso de localização do inseto em pontos da cidade, o cidadão deve entrar em contato, om o CCZ pelo telefone: (48) 3236-1962  – Foto: Léo Munhoz/ND
    Em contato com a pele algumas queimaduras podem ser constatadas; a prefeitura pede que, em caso de localização do inseto em pontos da cidade, o cidadão deve entrar em contato, om o CCZ pelo telefone: (48) 3236-1962  – Foto: Léo Munhoz/ND
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    Do lúdico “queima-queima” ao popular “taturana”, ou até mesmo a conhecida “bicha-cabeluda”, o fato é que o inseto simplesmente tomou conta de um dos espaços mais nobres da Beira-Mar Norte – Foto: Diogo de Souza/ND
    Do lúdico “queima-queima” ao popular “taturana”, ou até mesmo a conhecida “bicha-cabeluda”, o fato é que o inseto simplesmente tomou conta de um dos espaços mais nobres da Beira-Mar Norte – Foto: Diogo de Souza/ND
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    Lagarta de fogo interdita área nobre da Beira-Mar Norte; área está sendo monitorada diariamente, de acordo com a prefeitura de Florianópolis – Foto: Diogo de Souza/ND
    Lagarta de fogo interdita área nobre da Beira-Mar Norte; área está sendo monitorada diariamente, de acordo com a prefeitura de Florianópolis – Foto: Diogo de Souza/ND
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    Lagarta de fogo interdita área nobre da Beira-Mar Norte – Foto: Diogo de Souza/ND
    Lagarta de fogo interdita área nobre da Beira-Mar Norte – Foto: Diogo de Souza/ND

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