Medusa gigante, tubarão e ‘vaca voadora’: os animais que marcaram 2020 em Santa Catarina

Baleias raras e elefante-marinho de 3 metros também estão entre os destaques; confira as imagens na galeria de fotos

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Vários animais inusitados “visitaram” ou deixaram sua marca em Santa Catarina em 2020. Além da grande variedade de espécies de baleias (algumas raras), também foram registrados um tubarão e uma medusa gigante que não era vista há 150 anos.

Infelizmente, muito dos animais estavam mortos ou não resistiram, mesmo com o empenho das equipes de resgate que atuam no Estado.

Entre os destaques não poderia faltar a “vaca voadora” Nina, de um ano e oito meses! Ela ganhou repercussão no Estado após ficar presa no telhado de um rancho em Timbó, no Médio Vale.

Confira alguns animais de destaque em 2020:

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    Um elefante-marinho-do-Sul (Mirounga leonina) deu o ar da graça em julho deste ano próximo à região da Ilha do Papagaio, em Palhoça. O animal era um macho subadulto com 3,55 metros de comprimento. Foto: R3 Animal/Divulgação
    Um elefante-marinho-do-Sul (Mirounga leonina) deu o ar da graça em julho deste ano próximo à região da Ilha do Papagaio, em Palhoça. O animal era um macho subadulto com 3,55 metros de comprimento. Foto: R3 Animal/Divulgação
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    Uma baleia cachalote-pigmeu (Kogia breviceps) com 3 metros de comprimento e 370 kg encalhou na praia da Ribanceira, em Imbituba, na manhã de 19 de outubro. Foi desencalhada por duas vezes, mas encalhou novamente. Ela foi para a reabilitação no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM/R3Animal), mas morreu em 21 de outubro, após parada cardiorrespiratória. – Foto: Nilson Coelho
    Uma baleia cachalote-pigmeu (Kogia breviceps) com 3 metros de comprimento e 370 kg encalhou na praia da Ribanceira, em Imbituba, na manhã de 19 de outubro. Foi desencalhada por duas vezes, mas encalhou novamente. Ela foi para a reabilitação no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM/R3Animal), mas morreu em 21 de outubro, após parada cardiorrespiratória. – Foto: Nilson Coelho
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    A baleia-piloto-de-aleta-curta (Globicephala macrorhynchus) foi encontrada morta em 4 de outubro na praia do Gi, em Laguna, no Sul de Santa Catarina, pela equipe do PMP-BS/Udesc (Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos). A espécie é frequente em águas brasileiras, porém de encalhe raro. O animal era um macho juvenil de 315,9 kg e 2,89 metros de comprimento. – Foto: PMP-BS Udesc
    A baleia-piloto-de-aleta-curta (Globicephala macrorhynchus) foi encontrada morta em 4 de outubro na praia do Gi, em Laguna, no Sul de Santa Catarina, pela equipe do PMP-BS/Udesc (Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos). A espécie é frequente em águas brasileiras, porém de encalhe raro. O animal era um macho juvenil de 315,9 kg e 2,89 metros de comprimento. – Foto: PMP-BS Udesc
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    O golfinho catalogado como espécie de baleia-piloto-de-aleta-curta foi encontrado morto em 9 de outubro na praia do Ervino, em São Francisco do Sul, região Norte catarinense, pela equipe da PMP/BS Univille (Projeto de Monitoramento de Praias) PMP/ BS Univille. O animal era um macho juvenil medindo 2,58 m de comprimento e peso de aproximadamente 250 kg. – Foto: PMP/ BS Univille
    O golfinho catalogado como espécie de baleia-piloto-de-aleta-curta foi encontrado morto em 9 de outubro na praia do Ervino, em São Francisco do Sul, região Norte catarinense, pela equipe da PMP/BS Univille (Projeto de Monitoramento de Praias) PMP/ BS Univille. O animal era um macho juvenil medindo 2,58 m de comprimento e peso de aproximadamente 250 kg. – Foto: PMP/ BS Univille
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    Uma baleia rara foi encontrada morta na praia na Guarda do Embaú, em Palhoça. A fêmea adulta de 6,2 m foi achada durante o monitoramento de praias pela equipe do Instituto Australis em fevereiro. – Foto: Instituto Australis/Divulgação
    Uma baleia rara foi encontrada morta na praia na Guarda do Embaú, em Palhoça. A fêmea adulta de 6,2 m foi achada durante o monitoramento de praias pela equipe do Instituto Australis em fevereiro. – Foto: Instituto Australis/Divulgação
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    Um filhote de tubarão da espécie Isurus oxyrinchus foi encontrado morto na praia da Barra da Ibiraquera, em Imbituba, em janeiro deste ano. Com 86 cm, o animal foi resgatado e levado ao Laboratório de Zoologia da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). – Foto: Reprodução/Imbituba SC/Facebook
    Um filhote de tubarão da espécie Isurus oxyrinchus foi encontrado morto na praia da Barra da Ibiraquera, em Imbituba, em janeiro deste ano. Com 86 cm, o animal foi resgatado e levado ao Laboratório de Zoologia da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). – Foto: Reprodução/Imbituba SC/Facebook
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    Nina, a “vaca voadora”, ficou presa no telhado de um rancho em Timbó, no Médio Vale. O animal de um ano e oito meses sempre foi muito arisco e pulou a cerca. A vizinha do rancho ao lado contou que estava picando trato e ouviu um estrondo. Quando olhou para cima, a vaca estava olhando de volta para ela do telhado. – Foto: Divulgação
    Nina, a “vaca voadora”, ficou presa no telhado de um rancho em Timbó, no Médio Vale. O animal de um ano e oito meses sempre foi muito arisco e pulou a cerca. A vizinha do rancho ao lado contou que estava picando trato e ouviu um estrondo. Quando olhou para cima, a vaca estava olhando de volta para ela do telhado. – Foto: Divulgação
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    Uma medusa gigante foi avistada em Florianópolis após 150 anos. Da espécie Drymonema gorgo, foi vista na Ilha do Campeche em fevereiro. A espécie é considerada a maior da costa brasileira, medindo cerca de 1 m de diâmetro. Uma água-viva Olindias sambaquiensis, muito comum no Brasil, por exemplo, pode chegar no máximo a 12 cm. Foto: Eduardo Rocha Fritzen/Divulgação
    Uma medusa gigante foi avistada em Florianópolis após 150 anos. Da espécie Drymonema gorgo, foi vista na Ilha do Campeche em fevereiro. A espécie é considerada a maior da costa brasileira, medindo cerca de 1 m de diâmetro. Uma água-viva Olindias sambaquiensis, muito comum no Brasil, por exemplo, pode chegar no máximo a 12 cm. Foto: Eduardo Rocha Fritzen/Divulgação
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    Um grupo de 20 aves da espécie pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicius) apareceu no Litoral de Santa Catarina em junho de 2020. A migração dos pinguins, iniciada no outono, vai até setembro, quando eles fazem o caminho de volta à Patagônia, na Argentina. – Foto: R3Animal/Divulgação
    Um grupo de 20 aves da espécie pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicius) apareceu no Litoral de Santa Catarina em junho de 2020. A migração dos pinguins, iniciada no outono, vai até setembro, quando eles fazem o caminho de volta à Patagônia, na Argentina. – Foto: R3Animal/Divulgação
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    Presença rara na região, uma baleia-franca-semi-albina foi avistada em Santa Catarina no mês de agosto. A aparição ocorreu na praia de Itapirubá Norte, em Imbituba. – Foto: Instituto Australis/ Divulgação
    Presença rara na região, uma baleia-franca-semi-albina foi avistada em Santa Catarina no mês de agosto. A aparição ocorreu na praia de Itapirubá Norte, em Imbituba. – Foto: Instituto Australis/ Divulgação

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