A cadela Flecha, que atuou por mais de dez anos no canil do 9º BPM (Batalhão da Polícia Militar de Criciúma), morreu após ter uma parada cardíaca nesse domingo (2). Ela havia se aposentado há menos de um mês.
Flecha sofreu uma parada cardíaca – Foto: PMSC/Divulgação/NDApós a aposentadoria, Flecha passou a morar com uma família em Nova Veneza, no Sul catarinense. A cadela já tinha 20 anos. “Ela cumpriu sua missão e será lembrada com alegria por todos nós!”, lamentou, em nota, o 9ºBPM.
Conforme a polícia, Flecha viveu para trabalhar e mesmo com o avançar da idade mantinha o mesmo ânimo e coragem de quando estava começando sua trajetória.
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Solenidade de aposento da cadela Flecha – Foto: PMSC/Reprodução/NDA cadela chegou ao 9º BPM com poucos meses de vida e desenvolveu habilidades no faro. “Na teoria, o cão policial é uma espécie de ‘ferramenta de trabalho’, assim como os armamentos e outros equipamentos, mas, na prática, é muito mais que isso. Quando chegam no canil, passam a fazer parte da vida do adestrador”, explicou a polícia.
A morte de Flecha comoveu a todos, e, no perfil da Polícia Militar de Criciúma, pessoas lamentaram a situação. “Baita cachorra que foi referência de faro no estado”, disse um internauta. “Flecha era muito diferenciada mesmo, fora que era campeã em carisma “, comentou outro.
Linha dura contra o crime
“Ela foi um dos cães que ‘mais prendeu gente’. Uma cadela com um faro muito aguçado, habilidade grande, dificilmente não encontrava entorpecentes escondidos nas áreas utilizadas pelos traficantes”, disse o comandante do 9º BPM, tenente-coronel Mário Luiz Silva, quando a cachorra havia se aposentado.