‘É meu neném’: tutora busca desesperadamente por Chow-Chow desaparecida em Florianópolis

Chow-Chow Amora desapareceu no último dia 6, na região do Morro das Pedras, deixando sua tutora em desespero

Foto de Ada Bahl

Ada Bahl Florianópolis

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Uma comovente história mobilizou moradores da região do Morro das Pedras, em Florianópolis. Amora, uma cachorra da raça Chow-Chow, desapareceu no dia 6 de janeiro, deixando sua tutora, Cleuza de Fátima Sartori, em desespero.

‘É meu neném’: tutora busca desesperadamente por uma Chow-Chow desaparecida em FlorianópolisA principal preocupação da tutora é com a medicação da Chow-Chow – Foto: Arquivo pessoal/Reprodução/ND

A preocupação era ainda maior devido às condições de saúde da cadelinha, que necessita de cuidados especiais. Amora toma medicamentos para diabete e enfrenta problemas oculares, o que tornou sua localização urgente.

A tutora Cleuza comunicou ao ND Mais que a Chow-Chow foi resgatada ainda na tarde de terça-feira (9). Embora estivesse bastante machucada, encontra-se “viva e bem”. A pequena cadela foi localizada no Alto Ribeirão, no terreno de um morador.

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Chow-Chow foi resgatada em situação de maus-tratos

O episódio trágico começou a se desenrolar quando a casa de Cleuza foi alvo de tentativas de arrombamento do portão em dois dias consecutivos. No dia seguinte, os três cachorros da família desapareceram, mas apenas dois deles foram encontrados posteriormente.

Cleuza expressou sua angústia ao relatar a situação, quando a Chow-Chow ainda estava desaparecida. “Eu estou desesperada”. A tutora resgatou Amora dos maus-tratos quando ela tinha apenas 35 dias de vida, no Paraná. Devido às agressões sofridas anteriormente, a Chow-Chow se tornou arisca, o que torna o processo de busca ainda mais desafiador.

A tutora faz um apelo à comunidade para que, se avistarem Amora, não tentem pegá-la, pois ela pode reagir de forma agressivaTutora apelou para que não tentassem pegar Amora – Foto: Arquivo pessoal/Reprodução/ND

A tutora havia feito um apelo à comunidade para que, se avistarem Amora, não tentassem pegá-la, pois ela poderia reagir de forma agressiva. Em vez disso, Cleuza pediu que as pessoas apenas seguissem a cadelinha e entrassem em contato.

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