O caso da tartaruga que fugiu do lago do MAJ (Museu de Arte de Joinville) e motivou o envio de um ofício do Ministério Público à prefeitura continua rendendo na cidade do Norte de Santa Catarina.
Prefeitura não pretende cercar o lago do MAJ – Foto: Secom/Prefeitura de Joinville/Divulgação NDEm sessão da Câmara na semana passada, a vereadora Tânia Larson (PSL), conhecida pela defesa da causa animal, explicou que a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente havia informado que o local seria cercado para evitar a fuga dos animais.
Porém, segundo a prefeitura de Joinville, isso não está nos planos do município. De acordo com a assessoria de comunicação, ainda não há uma decisão sobre os animais, mas cercar o lago do MAJ é “a última coisa que a prefeitura pretende fazer”.
SeguirO município afirma que está estudando a situação das tartarugas e que o IMA (Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina) foi acionado, já que se trata de uma espécie silvestre, cuja competência é do Estado. É possível que elas sejam removidas no espaço.
O IMA informou que os animais são da espécie tartaruga-de-orelha-vermelha ou tartaruga-tigre-d’água-americana, espécie exótica invasora no Brasil, e que já está se articulando junto à prefeitura a respeito da situação dos répteis.
O caso ganhou repercussão depois que o MP enviou ofício à prefeitura cobrando uma posição sobre a situação. De acordo com a prefeitura, os animais não foram colocados no local pelo município. Pessoas que visitam o MAJ, aliás, dizem que as tartarugas foram abandonadas no lago.