Sabe o que é microchipagem pet? Prática cresce em Criciúma e traz segurança aos tutores

O Núcleo de Bem-Estar Animal realiza cerca de 250 microchipagens de animais por mês em Criciúma, no Sul de SC; saiba o que é

Redação ND Criciúma

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Só quem já teve um pet que fugiu ou se perder e nunca mais retornou sabe o quanto isso dói. Agora já pensou através de um microchip você saber nome, dados, peso e quem são os proprietários de um animalzinho? Isso já é realidade.

Em Criciúma, o Núcleo de Bem-Estar Animal realiza cerca de 250 castrações e microchipagens por mês. O microchip é implantado, geralmente, em cachorros e gatos. Mecanismo da mais segurança para os tutores.

“É uma coisa importante a microchipagem. Se consegue reconhecer o dono, saber de quem é aquele animal que está na rua.  Podemos dizer que um dia Criciúma vai ficar tudo okay quando todos os nossos animaizinhos forem microchipados”, analisa a presidente da ONG animal.com, Dalva Borges Pires.

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Oliver recebeu o microchip e através de um leitor pode-se acessar os dados dele e da tutora Indiara – Foto: Reprodução/NDTVOliver recebeu o microchip e através de um leitor pode-se acessar os dados dele e da tutora Indiara – Foto: Reprodução/NDTV

A operadora de caixa, Indiara Gomes Eduardo adotou o Oliver, que tem dois anos de idade, e é cuidado com muito amor e carinho. Se depender dela, nunca mais ele irá vagar nas ruas. Ela autorizou a colocação do microchip gratuitamente. Oliver recebeu o chip faz dois meses.

“Até por ele se perder. Com a microchipagem se consegue encontrar o animal. Até isso ajuda em outros casos de maus tratos e abandono, também”, ressalta.

Microchipagem geralmente ocorre durante a castração

A microchipagem é realizada, geralmente, após a castração dos animais. O microchip é colocado geralmente embaixo da pele na região do pescoço. “O microchip é super pequeno, pouco maior que um grão de arroz e fica no subcutâneo do animal. Normalmente na região do pescoço entre as escápulas”, explica a veterinária do Núcleo, Bibiana Burguer.

No microchip estão os dados do animal como peso, sexo, se é castrado, dados de vacinação e os dados do proprietário como endereço, telefone, entre outros. Esses dados ficam disponíveis em um sistema nacional. Um leitor, geralmente, é utilizado para acessar esses dados.

“O microship não possui rastreio do animal. Somente vai ter os dados do próprio animal como peso, sexo, se é castrado ou não, dados de vacinação e dados do proprietário como nome, endereço e telefone”, explica a veterinária.

A indicação é que se coloque o número do chip nas plaquinhas de identificação das coleiras dos pets. “Geralmente a pessoa coloca nome e telefone do animal, se o cãozinho tiver esse tipo de coleira, estar colocando também junto o número do microchip, porque se acontecer alguma problema no leitor ou não estiver disponível no momento, só com o número ali conseguimos ver no sistema”, destaca a veterinária.

Mais informações podem ser encontradas no site do Núcleo de Bem Estar Animal de Criciúma.

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