Serpente de 5,5 metros tenta invadir casa pela janela; veja o que acontece

Com cerca de 5,5 metros, a serpente foi deslizando e encontrou uma janela para terror dos moradores

Redação ND Joinville

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Uma serpente píton da espécie birmanesa tentou invadir uma casa Chandler’s Ford (Inglaterra). Com cerca de 5,5 metros, a serpente foi deslizando e encontrou uma janela pela qual estava entrando na casa. O fato aconteceu na última terça-feira (23/8).

Momento em que a serpente passa pela janela. –  Foto: Reprodução Facebook/Divulgação NDMomento em que a serpente passa pela janela. –  Foto: Reprodução Facebook/Divulgação ND

O morador Jenny Warwick, de 62 anos, notou a enorme cobra deslizando pelo telhado das casas em frente por volta das 5h30m.

“Meu marido odeia cobras e não conseguia agir rápido o suficiente”, contou ela, de acordo com o jornal “Sun”. “Não é o que você quer ver logo pela manhã, acho muito irresponsável deixá-la solta”, acrescentou.

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A moradora atravessou a rua e alertou os vizinhos. “Podia ter um bebê lá”, comentou a idosa.

A píton foi enxotada do local pelos moradores com vassouras. A serpente acabou caindo em cima de um carro logo abaixo. Pessoas que passavam pelo logo afastaram os seus cães, temendo um ataque.

O réptil havia escapado da casa de um vizinho que cria cobras.

“As cobras se tornam mais ativas em clima quente. Por isso, pedimos a todos os donos de cobras de estimação que sejam mais vigilantes nesta época do ano, invistam em um recinto adequado para a espécie em particular e certifiquem-se de que o recinto seja mantido seguro e trancado, se necessário, quando não for vigiado”, disse Evie Button, da Sociedade Protetora dos Animais da região.

A píton foi recuperada e devolvida ao dono. As informações foram publicadas pelo Portal Extra.

serpenteFoto: Reprodução Facebook/Divulgação ND

Sobre as serpentes píton

São uma das cinco maiores cobras do mundo e podem atingir até 8 metros de comprimento. Alimentam-se de cervos, porcos selvagens, roedores, répteis e aves.

As pítons birmanesas matam as suas presas por constrição, ou seja elas se enrolam nas presas e começam a apertá-las até morrerem por asfixia. Não têm veneno.

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