Veja como são os mosquitos fluorescentes que foram soltos para combater a dengue

Os mosquitos fluorescentes foram pintados com pó laranja e verde, após serem irradiados

Foto de Luciano Cerin

Luciano Cerin Blumenau

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Um lote de 25 mil mosquitos machos esterilizados com radiação atômica foi liberado em Buenos Aires, na Argentina, para reduzir a população do mosquito da dengue na cidade.

Conheça os insetos fluorescentes soltos na Argentina – Foto: TN/Reprodução/NDConheça os insetos fluorescentes soltos na Argentina – Foto: TN/Reprodução/ND

Os insetos esterilizados foram coloridos com pó fluorescente, laranja ou verde, para facilitar sua detecção e evitar matá-los, pois não picam nem transmitem doenças. O importante no desenvolvimento científico é que a radiação atômica não tem efeito sobre humanos ou animais.

Para o final de novembro, planejam liberar insetos em massa nos 40 hectares, com lotes de 80 mil por semana, durante um ano.

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Além disso, a agência pretende realizar novas solturas de mosquitos estéreis, em escala piloto, em diferentes áreas do país e está recebendo solicitações de jurisdições interessadas em levar a técnica para seus territórios.

Eles são esterilizados em laboratório, antes de serem soltos – Foto: CNEA/Reprodução/NDEles são esterilizados em laboratório, antes de serem soltos – Foto: CNEA/Reprodução/ND

Como são usados os mosquitos fluorescentes?

A técnica de controle do mosquito da dengue consiste em criar insetos em massa, em laboratório, separar os machos e deixar eles esterilizados para depois soltar ao meio ambiente.

A ideia do projeto não é erradicar o mosquito, mas sim reduzir sua população para diminuir a probabilidade de contágio de doenças como a dengue, que com a chegada das altas temperaturas aumenta sua ameaça à população argentina.

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