Vídeo: banhistas encontram peixe tóxico pré-histórico em praia no Piauí

Peixe é o mesmo da espécie encontrada em Itapoá e pode chegar a mais de duas toneladas, medindo até três metros de comprimento

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Redação ND Florianópolis

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Banhistas encontraram um peixe-lua, espécie rara que vive nas profundezas dos oceanos. O peixe foi encontrado na Praia do Coqueiro, em Luís Correia, no litoral do Piauí, nesta quinta-feira (1). Essa praia fica a 452 Km da capital Teresina. Ele também é conhecido como Mola Mola, que é o seu nome científico, ou “cãozinho do mar”.

Peixe-lua só é encontrado nas profundezas dos oceanos – Foto: ReproduçãoPeixe-lua só é encontrado nas profundezas dos oceanos – Foto: Reprodução

O peixe-lua, apreciado em várias culturas, não pode ser consumido. Ele possui neurotoxinas, que podem causar reações nos humanos.

Trata-se do maior peixe ósseo conhecido do mundo, é dócil e pode atingir até três metros de comprimento. É considerada uma espécie pré-histórica, chegando a pesar mais de uma tonelada em alguns casos. O peixe estava encalhado na areia, morto. Agora, será utilizado para pesquisa, conservado em câmara fria.

Mesmo caso em Itapoá

Um peixe desse tipo já foi encontrado em Itapoá, no litoral de Santa Catarina, em 2014. Na época, de acordo com o Corpo de Bombeiros Militar em Itapoá, banhistas avistaram o peixe se debatendo perto da praia. Tentaram ajudar o animal a nadar de volta para o mar, mas ele acabou morrendo.

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Um enorme peixe apareceu na praia de Itapoá em 2014. O peixe-lua, maior espécie de peixe ósseo conhecido no mundo. O animal tinha cerca de um metro e meio e pesava mais de 150 quilos, mas a espécie pode chegar a três metros e pesar 2.300 quilos. – Foto: Corpo de Bombeiros/DivulgaçãoUm enorme peixe apareceu na praia de Itapoá em 2014. O peixe-lua, maior espécie de peixe ósseo conhecido no mundo. O animal tinha cerca de um metro e meio e pesava mais de 150 quilos, mas a espécie pode chegar a três metros e pesar 2.300 quilos. – Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

“Eles vivem em mares mais profundos. O peixe não chega a ser raro, mas é não é frequente de se ver em águas rasas, perto da praia”, explicou o biólogo Paulo Pinheiro.

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