Um gato malhado laranja participou de uma experiência inédita no JPL (Laboratório de Propulsão a Jato) da NASA. Taters, o intrépido felino, protagonizou um clipe intergaláctico de 15 segundos enviado via raio laser para o espaço.
Taters é protagonista de experiência realizada no Laboratório de Propulsão a Jato – Foto: JPLraw/Youtube/Reprodução/NDO conteúdo foi lançado a bordo de uma espaçonave impulsionada pelo foguete Falcon Heavy da SpaceX, do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A façanha de Taters fez suas imagens viajarem 30 milhões de quilômetros, o equivalente a 80 viagens da Terra até a Lua.
As imagens foram enviadas no dia 13 de outubro e transmitidas em 11 de dezembro. Ryan Rogalin, “maestro eletrônico” do JPL, disse estar boquiaberto: “Mesmo a milhões de quilômetros, Taters mandou o vídeo mais rápido do que a velocidade da luz da maioria das nossas conexões”, comemorou.
SeguirA conexão entre o observatório Palomar e o JPL pode ter sido um pouquinho mais lenta, mas isso não impediu Taters de brilhar. O DesignLab do JPL caprichou na apresentação visual e agora o vídeo está disponível para ser assistido no YouTube. É o mais novo sucesso do gato mais famoso da NASA.
O vídeo percorreu cerca de 30 milhões de quilômetros – Foto: Jpl-Caltech/Nasa/Reprodução/NDMas não pense que a façanha foi apenas diversão. A jornada cósmica faz parte da missão DSOC (Deep Space Optical Communications), a primeira da NASA a explorar como melhorar nossas comunicações além da Terra e da Lua.
Bill Klipstein, o mago por trás do projeto no JPL, explicou que o vídeo, além de capturar Taters em ação, é uma mistura de gráficos científicos e informações sobre o gato como raça, frequência cardíaca e idade inclusas. É uma maneira única de tornar essa missão ainda mais memorável.
Pam Melroy, vice-administradora da NASA, está radiante com o sucesso.
“Aumentar nossa largura de banda é essencial para nossos objetivos de exploração e ciência. Esperamos que essa tecnologia continue evoluindo, transformando nossas comunicações em futuras missões interplanetárias”, disse.