VÍDEO: Mulher dá de cara com animal feroz em trilha; ‘será que a onça ataca ou não’?

Biólogo reagiu ao vídeo tenso em que a estudante fica minutos na presença da onça sem saber o que fazer. “A orelha para trás significa que ela pode atacar”, diz

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Redação ND Joinville

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Uma estudante de turismo biológico passou por um momento de terror ao dar de cara com um animal feroz enquanto fazia uma trilha. “Será que a onça ataca ou não ataca?”, diz o biólogo Henrique Abrahão, que comentou o vídeo nas redes sociais. Ele aproveitou as imagens para explicar a reação do animal diante da presença humana.

Estudante viveu momento de tensão ao dar de cara com onça que deu sinais de ataque – Foto: Reprodução/Internet/NDEstudante viveu momento de tensão ao dar de cara com onça que deu sinais de ataque – Foto: Reprodução/Internet/ND

“Se liga, a oncinha parou na frente dela, cercou, chegando até quase que tocar nela”, narra o biólogo. Enquanto era cercada pela onça, a estudante permaneceu quase imóvel.

Após ouvir alguns barulhos na região próxima, a onça resolveu ir embora. No fim, é possível ouvir a mulher suspirando de alívio.

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Biólogo explica reação da onça

O biólogo afirma que existem casos de ataques de onça parda a seres humanos, mas normalmente na América do Norte, onde as espécies costumam ser maiores. Além disso, o especialista comenta que, pela imagem, a onça parece ser jovem.

Analisando as imagens, Henrique comenta: “a orelha para trás significa que ela pode atacar”. Ele explica que esse comportamento demonstra que o animal está desconfortável. O mesmo ocorre com felinos menores, como os gatos, por exemplo.

“Mas, o que me chama muito a atenção, é que o bigode não está para ‘frentona’, o que é muito comum quando ela vai atacar”, diz. Porém, o biólogo explica que o animal está visivelmente com medo.

Momentos depois, a orelha da onça volta para frente e o especialista comenta que, isto, demonstra que ela está curiosa. “Eu estou suspeitando que essa onça é de algum programa de reintrodução e ela está procurando humanos, não como alimentos, mas que podem alimentá-la, não como caça”, sugere. Isso porque, conforme o tempo passa, ela parece estar mais confortável na presença da mulher.

O biólogo explica que, apesar desta onça não ter atacado, o momento é sim de tensão, pois este animal é capaz de atacar e fazer estragos.

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