VÍDEO: ‘Não é possível’, diz biólogo sobre serpente no pescoço de homem

Biólogo Henrique desvenda mais esse mistério e fala sobre as características de uma serpente que se parece com naja

Redação ND Florianópolis

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Mais um vídeo de arrepiar. O biólogo Henrique, conhecido como biólogo das cobras, publicou e analisou as imagens abaixo.

“Não, não, não é possível. Pera, calma, calma. Fica tranquilo. Aquilo ali é uma falsa naja d´ água (hydrodynastes gigas). Portanto, não é uma naja, apesar de se parecer para caramba com uma”, esclareceu Henrique.

Homem exibe-se com uma serpente no pescoço – Foto: Reprodução vídeo/Divulgação/ND

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“Ela é uma das cobras mais legais de todas. Inclusive, ela é brasileira. É de fácil criação, não sei porque não é liberada para criação aqui no Brasil”, continua o especialista.

Ele comenta que a galera adora tirar onda com a serpente porque ela é um animal grande e se assemelha muito a uma naja e “mete medo”.

“Não vai ter peçonha. E pensa num bicho fácil de se alimentar: consume alimento cru, já abatido. As serpentes são muito específicas na hora de alimentação. Elas pegam, matam e comem. Mas o fato é que a hydrodynastes gigas se alimenta sim de carniça de peixe morto, por exemplo, e de alguns outros animais abatidos. Então, é de fácil criação”, compara Henrique.

E ela apresenta uma inteligência, tem uma interação maior, tornando-se uma serpente muito querida pelos “gringos” para criação, finaliza o biólogo.

VEJA VÍDEO:

Vídeo: Internet/Biólogo Henrique/Divulgação /ND

O vídeo contou com muitos comentários.

“Qual o tamanho máximo de um animal desses”
“Animal fantástico”, disse outro internauta.
“Essa não pode ser criada como Pet no Brasil?, perguntou outro.

Sobre a serpente

Distribuição: Encontrada do leste da Bolívia até o Sul do Brasil, no Paraguai e na Argentina.

Hábito: Aquática e diurna.

Características gerais: Serpente de grande porte, com quase 3 metros de comprimento. Sua coloração é verde-oliva ou marrom, com faixas negras que se geralmente se tornam mais escuras para o fim da cauda. Alimenta-se de peixes, anfíbios, mamíferos pequenos e outras cobras. É ovípara. Apesar de ser áglifa (não possuir peçonha), há uma toxina em sua saliva podendo assim ocorrer envenenamento local, gerando hematomas.

Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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