Fórmula 1 cancela GP da Rússia após invasão ao território da Ucrânia

posição foi tomada em consenso com a FIA; futebol também sofre mudanças por conta da invasão

Redação ND Florianópolis

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A Fórmula 1 confirmou, nesta sexta-feira (25), o cancelamento do GP da Rússia da temporada 2022 após a invasão ao território da Ucrânia.

Imagem mostra carro da fórmula 1GP da Rússia está fora da temporada 2022 – Foto: F1/Divulgação/ND

Em publicação no seu perfil, a categoria disse que está observando os acontecimentos “com tristeza e choque, e esperamos por uma resolução sadia e pacífica para a situação atual”.

Além disso, reafirmou que a posição foi tomada em consenso com a FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

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Primeiro dia de invasão contou com mais de 200 ataques

O presidente russo, Vladimir Putin, autorizou a invasão militar à Ucrânia nesta quinta-feira (24), dando início ao maior conflito entre países da Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Até o momento, foram registrados mais de 200 ataques e 137 mortes foram confirmadas.

Entre os mortos estão civis e soldados, como resultado de investidas aéreas e terrestres. Segundo o portal R7, já chega a 316 o total de pessoas que ficaram feridas com a ofensiva russa.

Os ataques com mísseis atingiram diversas cidades ucranianas, causando explosões e cenas de terror pelo país. As tropas da Rússia buscaram espaços estratégicos perto da capital Kiev.

Jogadores brasileiros pedem ajuda do Governo Federal

Muitos atletas estão atuando até mesmo em times da Rússia e também da Ucrânia. Por conta da tensão ao longo da quinta, um grupo de atletas publicou um vídeo pedindo ajuda ao Governo Federal para deixarem o País.

Entre eles, está David Neres, que atua pelo Shaktar Donetsk, da Ucrânia, que também é nome “comum” na lista de convocados por Tite para defender a Seleção Brasileira.

“Estamos todos reunidos, jogadores do Dinamo e do Shaktar Donetsk com nossas famílias e estamos esperando em um hotel devido a toda a situação. Estamos aqui pedindo a ajuda de vocês para promover esse vídeo por conta da  da falta de combustível na cidade, fronteira fechada, espaço aéreo fechado, então não tem como sairmos”, disse o zagueiro Marlon, formado nas categorias de base do Fluminense.

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