Morte do ídolo Ayrton Senna completa 30 anos

Perfil oficial prestou sua homenagem ao piloto brasileiro que morreu aos 34 anos

Gazeta Press São Paulo, SP

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O povo brasileiro sentiu um duro golpe no dia 1° de maio de 1994. Ayrton Senna não era apenas um tricampeão de Fórmula 1, um feito obviamente cercado de muitas glórias. Foi um representante do país e que deixa lembranças até esta quarta-feira, dia do 30º aniversário de sua morte.

A tragédia ocorreu no Grande Prêmio de San Marino. Aquele final de semana já vinha cercado de uma tragédia, com a morte de Roland Ratzenberger nos treinos. O próprio Rubens Barrichello, ainda iniciante na categoria, havia sofrido um acidente forte e também foi parar no hospital. O clima era de tensão em toda a categoria e no próprio Senna.

A morte de Senna aconteceu quando o brasileiro liderava o Grande Prêmio de San Marino, com Michael Schumacher logo atrás. O piloto da Williams escapou na curva Tamburello e bateu forte no muro. Foi atendido ainda na pista e levado de helicóptero para o hospital, mas não resistiu.  A perícia determinou que a barra de direção do carro casou o ferimento fatal na cabeça do tricampeão.

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Ayrton Senna encerrou sua passagem pela Fórmula 1 deixando um inesquecível legado e números impressionantes. Foram 161 provas, 41 vitórias, 80 pódios, 65 poles e 19 melhores voltas. Seu primeiro triunfo foi no GP de Portugal, em 1985, com a equipe Lotus. Os três títulos vieram pela McLaren. Além da Williams, também correu pela Toleman, em 1984. A última vez que cruzou em primeiro foi no GP da Austrália, em 1993.

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