A azia, principal sintoma do refluxo, atinge cerca de 25,2 milhões de brasileiros, segundo o CBCD (Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva). A azia pode vir acompanhada de regurgitação, em que o conteúdo gástrico chega até a boca. Se o conteúdo do estômago alcançar a boca, pode causar dor de garganta, rouquidão, tosse ou uma sensação de nó na garganta.
Especialista revela soluções naturais para “acabar” com o principal sintoma do refluxo – Foto: Freepik/NDAzia pode levar a problemas mais graves
Em raras ocasiões, o conteúdo do estômago atinge os pulmões, causando tosse e/ou sibilos. Algumas vezes, pessoas que têm azia de longa data desenvolvem dificuldade em engolir.
Se o problema não for tratado corretamente pode levar a uma situação mais grave – Foto: Freepik/Divulgação/NDSoluções naturais para a azia
Em vídeo para a internet, o cardiologista Roberto Yano listou formas de “acabar” com esse problema de forma natural.
SeguirDe acordo com Yano, a azia pode interferir na qualidade do sono, mas que é possível tratar esse desconforto sem a necessidade de medicamentos. Ele sugere alguns alimentos e chás que podem reduzir a acidez e a inflamação estomacal.
O que fazer para aliviar azia?
O que fazer se a azia não passar?
Se a azia persistir, isso pode indicar que você pode ter um problema mais sério, como úlceras ou doenças cardíacas. O especialista recomenda que em casos de dor intensa, dificuldade para engolir, perda de peso ou vômitos, é essencial procurar um gastroenterologista.
Caso os sintomas persistirem o recomendável é procurar ajuda médica – Foto: Freepik/NDO que provoca azia?
De acordo com Yano, o consumo de alimentos gordurosos e apimentados estão ligados ao surgimento da azia, assim como a ingestão de bebidas alcoólicas, consumo excessivo de café, tabagismo, comida em excesso e beber líquidos durante as refeições.
Outras ações citadas, que passam despercebidas por muitas pessoas, são comer próximo de ir dormir, usar roupas apertadas, e conversar enquanto come, pois pode fazer com que o ar seja engolido.
*Importante: este conteúdo não substitui avaliações profissionais com médicos ou outros especialistas nas áreas de saúde e bem-estar.