Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Hans Donner, o mago das vinhetas pode estar se mudando para Floripa

Mais famoso do que muitos artistas da Globo, há duas semanas foi desligado da emissora depois de 43 anos de sucesso

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Hans Donner, entre Cacau e Daniel Araújo – Foto: DivulgaçãoHans Donner, entre Cacau e Daniel Araújo – Foto: Divulgação

Quem participou da festa futebolística dos Manezinhos sábado no estádio do São Cristóvão, no Rio de Janeiro, e que terminou com samba e feijoada, num dia de sol típico de Primavera, foi o mago das vInhetas eletrônicas da Rede Globo Hans Donner, o alemão que chegou ao Brasil como hippie e que tem no currículo dezenas de prêmios internacionais e conquistas amorosas que causavam inveja no Brasil, como, por exemplo, Isadora Ribeiro e a Globeleza Valéria Valenssa. Donner foi o dono do nosso sábado não pelo que fez na televisão, mas pelo que mostrou e falou ao vivo para pessoas que ele nunca viu na vida, desde que chegOu ao Brasil como hippie em 1974 até sua demissão, há duas semanas depois de mais de 40 anos na Globo, onde fez mais sucesso do que muitos artistas da emissora. Livre, leve e solto, não descarta a possibilidade de morar em Floripa, já que a amizade com Daniel Araújo prevê importantes projetos na Ilha de Santa Catarina .Dominado pela alegria dos Manezinhos no jogo de sábado no campo do São Cristóvão, no Rio, o ex-mago das vinhetas da Globo se sentiu a vontade para – e ai instigado pelo colunista, que também viveu a sua era, conhecendo tanto dele, da emissora e da cidade do Rio de Janeiro, abriu o livro. Entre as principais aberturas de novelas e programas que criou em 40 anos na emissora, começando junto com Walter Clark, Hans Donner mostrou da tela do seu celular os primeiros rabiscos do que veio a ser, até hoje, a nova marca da Rede Globo que desenhou no avião durante uma viagem internacional. O arquivo que carrega no bolso é de arrepiar. Ficamos quase a tarde toda  falando do Rio, de pessoas, de trabalha e diversão. É hora de tê-lo num programa de entrevistas ou em filme ou documentário. Quando foi apresentado ao rei Pelé, em Nova York, pelo Boni, depois de com sete anos ter visto pela televisão o Brasil ganhar a Copa do Mundo na Suécia em 1958 o trouxe ao Brasil para ficar.

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