Amigos abrem Vakinha para ajudar mulher atacada em Joinville

Mulher de 28 anos continua internada no Hospital São José; irmã diz que ela está estável e lembrando aos poucos de tudo o que aconteceu

Redação ND Joinville

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A mulher de 28 anos que foi violentamente atacada por um criminoso na última quarta-feira, dia 2, em Joinville, Norte de Santa Catarina, continua internada no Hospital Municipal São José. Ela foi para o quarto, mas ainda deve ficar no hospital por conta do trauma no baço, explicou a irmã Jaqueline Bianca dos Santos.

Hospital Municipal São JoséHospital Municipal São José, em Joinville, Norte de Santa Catarina  – Foto: Carlos Júnior/Divulgação ND

Segundo Jaqueline, a irmã está estável, se recuperando, já está conversando e, aos poucos, lembrando do que aconteceu.

“Ele bateu muito na cabeça dela. Aos poucos, agora, ela está se lembrando do que aconteceu. Mas ainda não consegue lembrar de tudo. Ela não lembra, por exemplo, que conseguiu escapar e chamar socorro“, conta a irmã.

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Jaqueline frisou, ainda, que a irmã está muito traumatizada com tudo o que aconteceu e não vai voltar para casa onde morava. Ela estava morando na casa de um parente no Comasa, mas “não quer voltar para lá, diz que não tem nenhuma condição de voltar lá”.

Por isso, assim que tiver alta hospitalar, ela ficará na casa dos irmãos até conseguir um novo lar. “Vamos tentar alugar um apartamento para ela. É mais seguro, até porque ela mora com os dois filhos pequenos”, continuou a irmã.

Amigos abriram uma Vakinha para ajudar a jovem. Para ajudar, basta clicar aqui e seguir os passos. O endereço é http://vaka.me/2670302.

“Tão cedo ela não vai conseguir trabalhar. Precisa se recuperar. Ela trabalhava com secretária, mas era emprego temporário e o contrato havia acabado recentemente, por isso estava desempregada e precisa sustentar os dois filhos”, comenta, ainda, Jaqueline.

Enquanto isso, a família tenta ajudar como pode, inclusive emocionalmente. Jaqueline, inclusive, lembrou que, quando a irmã conseguiu fugir  para pedir socorro, havia pedido para o filho mais velho cuidar do mais novo.

“O mais velho, de seis anos, abraçou o irmãozinho mais novo e ficou o tempo todo protegendo ele até que a Polícia e parentes chegassem na casa”, relata Jaqueline.

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