Associação do Ministério Público de SC repudia ataques a promotor de Florianópolis

Declarações foram feitas por uma porta-voz do Movimento Nacional da População de Rua

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A Associação Catarinense do Ministério Público, entidade que congrega mais de 700 procuradores e promotores em atividade e aposentados, emitiu uma nota pública de repúdio a declarações descabidas feitas por Verônica Marx, porta-voz do Movimento Nacional da População de Rua em evento na Assembleia Legislativa no último dia 7.

Força-tarefa DOA durante abordagem em FlorianópolisForça-tarefa DOA durante abordagem em Florianópolis

Ela participou da audiência regional do PPA Participativo. De acordo com a entidade, ela fez “considerações inverídicas e levianas” em relação ao promotor de Justiça Daniel Paladino, por sua atuação junto à Força-Tarefa “DOA” (Defesa, Orientação e Apoio às pessoas em situação de rua de Florianópolis).

Verônica chegou a falar que a população de rua “vive um genocídio em Santa Catarina” e que a força-tarefa comanda por Paladino ataca e agride os moradores em situação de rua e que na passarela da cidadania existe um ambiente hostil.

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“Essas declarações não são verdadeiras e não podem ser aceitas. A atuação do promotor Daniel Paladino é e sempre foi pautada no interesse da defesa da população mais necessitada”, registra o documento.

“O debate sobre a população de rua é um tema sério, sensível e necessário à sociedade catarinense e brasileira. Mas não é com afirmações inverídicas que se vai avançar na melhoria da vida dessa população”, reforça a ACMP.

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