Hello, Leitores!!! O bazar beneficente do Cidades Invisíveis, que rola do dia 19 de agosto até dia 21 de agosto, tem como propósito ajudar famílias em situação de vulnerabilidade do Morro da Mariquinha. E nessa bazar do balaco baco estão sendo comercializadas peças de diversas coleções do instituto, a partir de R$19.
Sensibilizado com a situação delicada de famílias que vivem nas comunidades da Grande Florianópolis, o Cidades Invisíveis realiza o Bazar Beneficente com a venda de roupas de diversas coleções, no Multi Open Shopping, até domingo, dia 21 de agosto, das 10h às 22h.
Peças que estarão disponíveis no bazar que rola do dia 19 à 21 de agosto. Divulgação/NDA venda dos produtos vai beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade que vivem no Morro da Mariquinha, na Capital. Para acessar ao Bazar, é necessário levar um quilo de alimento não perecível, cuja arrecadação será destinada aos moradores da comunidade Frei Damião, em Palhoça, a meta desse bazar é arrecadar uma tonelada de alimentos.
SeguirEssa é a primeira edição do Bazar, que oferece camisetas, vestidos, shorts, bermudas, toucas, chinelos e bonés de diversas coleções do Cidades Invisíveis, com preços populares e acessíveis a partir de R$19, como já citei previamente. A ação tem como objetivo apoiar a geração de oportunidades para crianças, jovens e adultos de comunidades periféricas da região. Vou colocar abaixo, umas fotos das coleções que criadas e estarão disponíveis.
De acordo com Samuel dos Santos, idealizador do Cidades Invisíveis, além de arte, conhecimento e oportunidades, o instituto leva às pessoas de favelas, morros e periferias, alimento para prato e para a alma. “Enquanto projeto social, não podemos deixar de ver e ajudar essas pessoas que precisam, como elas não têm as mesmas oportunidades que nós, é nosso papel fazer isso por elas”, me contou.
Há 10 anos, o Cidades Invisíveis atua como agente de transformação social, já impactou milhares de pessoas com ações em Florianópolis, São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro, combatendo a invisibilidade de moradores das periferias. Tem como propósito ser os elos, que representam o compromisso com as pessoas que apoia; a ponte como abertura de um caminho entre colaboradores, lugares e pessoas que, normalmente, não estariam incluídos; e, por fim, ser o holofote, simbolizando a capacidade de iluminar e dar visibilidade para projetos e pessoas normalmente invisibilizadas.