Duas cidades de SC estão entre as mais solidárias do país segundo a ONU; saiba quais

Municípios são destaque no atendimento e acolhimento a refugiados e migrantes

Redação ND Itajaí

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Duas cidades catarinenses estão entre as mais solidárias do Brasil. Itajaí, no Litoral Norte, e Chapecó, no Oeste, são destaque no 1º Relatório Cidades Solidárias Brasil, lançado pela ACNUR (Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados) na última segunda-feira (16).

Duas cidades de SC estão entre as mais solidárias do país segundo a ONU; saiba quais – Foto: SPENCER PLATT/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFPDuas cidades de SC estão entre as mais solidárias do país segundo a ONU; saiba quais – Foto: SPENCER PLATT/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP

No relatório brasileiro, 27 práticas foram reconhecidas por uma consultoria contratada pelo ACNUR que avaliou, ao longo de cinco meses diversas, iniciativas locais de atenção à população refugiada e migrante.

CAI de Chapecó é destaque em relatório da ONU – Foto: Prefeitura de Chapecó/Divulgação/NDCAI de Chapecó é destaque em relatório da ONU – Foto: Prefeitura de Chapecó/Divulgação/ND

Em Santa Catarina, o destaque foi o CAI (Centro de Atendimento ao Imigrante), iniciativa de Chapecó. O projeto foi criado em 2021 para promover o acesso a direitos e a inclusão social, cultural e econômica. O serviço tem como foco realizar orientações sobre regularização de documentos e ampliar o acesso a programas sociais e a políticas públicas.

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Outra iniciativa de destaque foi o  apoio ao acesso à documentação em Itajaí. A sede da Delegacia de Migrações da Polícia Federal fica na cidade e é responsável pelo registro e documentação de pessoas refugiadas e migrantes de 46 municípios da região do Vale do Itajaí e Litoral Norte.

Itajaí é sede da Delegacia de Migrações da Polícia Federal – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/NDItajaí é sede da Delegacia de Migrações da Polícia Federal – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/ND

“São as cidades que atuam na linha de frente da acolhida, proteção e integração de pessoas que foram forçadas a deixar seus países de origem e buscam meios para um recomeço digno nas sociedades de acolhida. O ACNUR listou boas práticas que atuam como resposta às necessidades identificadas, promovendo a proteção e integração de pessoas refugiadas de forma efetiva, duradoura e sustentável”, afirmou o representante do ACNUR no Brasil, Jose Egas.

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