Há 16 anos, quando o Jornal ND começou a circular por Florianópolis e região, eram poucas as pessoas que o conheciam. Mas com o passar do tempo, os assinantes foram se consolidando e aumentado devido à qualidade e relevância dos conteúdos produzidos pelo novo jornal impresso. Passados todos estes anos, os primeiros assinantes continuam fiéis ao ND e com a expectativa diária de quais notícias chegarão impressas na capa logo cedo pela manhã para acompanhá-los com uma xícara de café.
O produtor de espetáculo infantil Valdir Dutra, 82, há 16 anos foi um dos primeiros assinantes do Jornal ND. “Assim que soube pelo diretor do ND do início da circulação do jornal na cidade, aproveitei a campanha de assinantes e me tornei um dos primeiros a receber o jornal impresso em casa”, recorda. E por causa desse gesto, após cinco anos como assinante, Valdir foi contemplado pelo grupo RIC Record com uma placa em reconhecimento à sua iniciativa de “Assinante de Destaque”.
Valdir Dutra foi eleito um assinante destaque pelo Grupo ND – Foto: Leo Munhoz/NDAlém de Valdir, sua esposa, Nilsa, 76, e seu filho, Adriano, 52, também são leitores do Jornal ND. “Folhear o jornal antes do café da manhã já é uma tradição aqui em casa, afinal nada melhor do que começar o dia a par do que está acontecendo na cidade e no Estado”, destaca.
SeguirPara o produtor, o Jornal ND é um veículo de informação que o deixa mais esclarecido sobre os acontecimentos do dia a dia. “Acho que seria de suma importância que todas as pessoas pudessem ler o jornal diariamente”, reflete.
Leitora e personagem de coluna social
Teresinha Gonzaga Daux é a prima mais nova de Mário José Gonzaga Petrelli, fundador emérito do Grupo RIC (Paraná) e do Grupo ND (Santa Catarina), e conta que foi convidada para o lançamento do Jornal ND pela esposa de Mário, Dircéa Corrêa Petrelli. “O Jornal ND é dinâmico, moderno, objetivo, com ótimos profissionais, e conseguiu enfrentar galhardamente os outros meios de comunicação já estabelecidos com sucesso no Estado”, afirma Teresinha.
Teresinha aparece nos registros de festas e eventos de relevância da sociedade catarinense – Foto: Leo Munhoz/NDPersonalidade de destaque na cidade, Teresinha Daux está sempre presente na coluna social do jornalista Marcos Cardoso, principalmente nos registros de festas e eventos de relevância da sociedade catarinense. “Conheço o Marcos desde a época em que ele trabalhava com o Moacir Benvenutti, e é sempre um prazer ser lembrada em suas colunas”, pontua.
Ela conta que, como proprietária de uma loja, muitas vezes foi agraciada com lindas reportagens que lhe deram muita alegria e retorno. “Faço votos de que o ND se perpetue através de gerações e mantenha sempre o seu foco do povo para o povo, com sua integridade e rapidez nos fatos e notícias”, parabeniza.
Fã e colecionador das charges
O contador Amâncio José Pereira Filho, 94, também é um dos primeiros assinantes do jornal. Ele conta que a leitura do ND durante o café da manhã já é parte da sua rotina diária, pois considera fundamental saber sobre as notícias da Capital e das outras regiões do Estado. Uma das curiosidades sobre o assinante é que ele é fã das charges do Ricardo Manhães. Desde 2018, quando o chargista ingressou no ND, seu Amâncio começou a recortar as charges de Manhães para colecioná-las, inclusive cria uma legenda para cada uma delas.
De lá para cá já são quatro grandes pastas em que seu Amâncio guarda e organiza as charges diárias do jornal. “Para mim, as charges do Ricardo Manhães são notáveis e muito interessantes, principalmente o modo como ele aborda os diferentes assuntos, por isso resolvi fazer os álbuns para que no futuro as pessoas utilizem esse material como fonte de informação”, explica Amâncio.
Amâncio José Pereira Filho coleciona as charges do jornal ND – Foto: Leo Munhoz/NDO fã comenta que considera as charges do Jornal ND coloridas, divertidas e muito esclarecedoras. “Nos dias em que não tenho o que fazer aproveito para revisitar os álbuns de charges e assim me entretenho, isso para mim é um excelente passatempo”, destaca.
Hábito de ler e comentar notícias
O blumenauense Marco Aurélio da Silva, 54, tem uma empresa de contabilidade e relata que, desde que a cidade ficou sem o jornal impresso da concorrência, ele começou a assinar o Jornal ND de Florianópolis. O contador frisa que não consegue ficar sem a leitura do jornal impresso, pois é um hábito que tem desde novo, e que adora comentar as notícias e ler os conteúdos de alguns colunistas.
Para a alegria de Marco Aurélio, o malote do Jornal ND chega todas as terças e quintas-feiras em Blumenau. Contudo, apesar de gostar muito do jornal da Capital, ele faz votos para que o ND abra uma filial na cidade. “Se o Jornal ND abrir em Blumenau, sem dúvida eu serei o primeiro a assiná-lo”, pontua.
“Café da manhã sem ND não é café da manhã”
O administrador aposentado Paulo Roberto de Souza, 72, é leitor diário e fã do Jornal ND. Durante 14 anos, Paulo Roberto dirigiu a emissora TV Capital e por isso sabe das dores e alegrias de gerir um conteúdo de comunicação. Desde que se tornou assinante, passou a enviar semanalmente sugestões e críticas construtivas para o aprimoramento do jornal.
“Não existe um jornal perfeito em nenhum lugar, por isso costumo avisar sobre alguns erros gramaticais e de conteúdo que percebo enquanto leio para que o ND se aperfeiçoe cada vez mais”, explica o colaborador.
Ele comenta que não abre mão de se informar diariamente e que acordar cedo, pegar o jornal na portaria e lê-lo durante o café é um ritual. “Café da manhã sem ND não é café da manhã,” destaca.
O aposentado afirma que o impresso tem evoluído muito desde a sua criação e que adora folhear o jornal, ler as matérias e os colunistas. “Independentemente das questões político-partidárias, os colunistas do ND trazem informações de relevância todos os dias. Ademais, as matérias produzidas são muito interessantes, dá gosto de ler”, afirma.
Colaborador crítico do jornal, Paulo Roberto explica que “o Jornal ND assumiu a liderança não por causa do espaço deixado pelo concorrente, mas sobretudo pela qualidade do conteúdo produzido”. O fã do ND avalia o futuro do jornal: “Em minha convicção, a internet em nenhuma hipótese substituirá o jornal impresso”.