Florianópolis ficou em segundo lugar no ranking de cidades casamenteiras de Santa Catarina em 2021. Foram ao menos 2.135 registros de casamentos na Capital. Na mesma região, as cidades de São José e Palhoça ficaram na sexta (934) e nona (811) posição, respectivamente. Os dados são da Arpen (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais).
Florianópolis é a segunda cidade de SC com mais registros de casamentos em 2021 – Foto: PMBC/Divulgação/NDSegundo o advogado de família, Gabriel Corrêa, “casais que não tinham essa relação formalizada, buscaram formalizar pelas consequências tanto positivas quanto negativas que nós tivemos nesse período de pandemia. Acredito que esse crescimento veio mais pela segurança de quem já tinha um relacionamento. E o pessoal que não tinha um relacionamento, mas constituiu foi por opção”.
O fato é que muita gente aprofundou a relação nesses dois últimos anos, seja em uma união estável ou no casamento.
“A união estável não altera o estado civil da pessoa, continua como solteira. Já no casamento civil muda o estado civil para casado. Na dissolução da união estável, o estado civil vai continuar igual porque não teve alteração quando a gente constituiu a união estável com o companheiro ou a companheira”, explicou Corrêa.
As fotos da advogada Rafaela Conceição de Abreu e do assessor jurídico Ronaldo Pereira Maurer nos porta-retratos de casa mostram a felicidade de um casal que se apaixonou em tempos de isolamento.
“Eu digo que a gente teve um processo inverso de relacionamento e foi maravilhoso, porque foi isso que nos permitiu hoje estar dando os passos que a gente está dando. A pandemia acelerou e contribuiu para essa rapidez com que as coisas aconteceram”, contou Rafaela.
“Embora a gente já se conhecesse antes da pandemia, porque a gente trabalhou juntos, acho que foi um ponto muito positivo que nos ajudou a deslanchar no relacionamento”, disse Maurer.
A partir daí, várias mudanças aconteceram na vida do casal. Agora, os dois já estão com data marcada para casar.
Outro casal, a estudante Marina da Costa e o desenvolvedor de software Gabriel Caetano, também compartilha experiências parecidas.
Marina explicou que eles já queriam “uma cerimônia religiosa e, depois de uns dois, três anos de namoro, a gente sentiu que não fazia mais tanto sentido ser apenas namorados. Então, a gente quis dar um passo a mais”.
“A gente se planejou e as coisas estão andando bem. Ter bastante comunicação com o outro, acho que isso ajuda muito as coisas andarem de um jeito legal”, completou Caetano.
Os casais são diversos, cada um com seu perfil e suas singularidades. O que os une é essa característica em comum: amor e o desejo de construir uma vida lado a lado.
Conheça as histórias desses casais na reportagem do Balanço Geral Florianópolis.