Jovem faz campanha para ajudar vendedor de algodão-doce assaltado em Pomerode

Arizoli Samuel do Prado, de 64 anos, foi roubado e agredido enquanto trabalhava no último dia 21 de fevereiro

Redação ND Blumenau

Receba as principais notícias no WhatsApp

Como uma notícia mexe com você? Bom, a Aline Suelen Kraft ficou bem impactada ao saber que o vendedor de algodão-doce que percorre há anos as ruas de Pomerode, no Vale do Itajaí, foi assaltado e agredido. Mas a indignação deu lugar à solidariedade. Ela resolveu criar uma campanha e arrecadar recursos para ajudar Arizoli Samuel do Prado.

O senhor de 64 anos trabalhava no dia 21 de fevereiro, um domingo, quando foi abordado por dois bandidos, por volta das 10h. Os criminosos levaram os R$ 40 da venda do algodão-doce daquela manhã. Mesmo em posse do dinheiro, a dupla ainda bateu em Arizoli, que teve um braço fraturado.

Vendedor de algodão-doce foi assaltado e agredido pelos ladrões – Foto: Ismael Ewald Limberger/Testo NotíciasVendedor de algodão-doce foi assaltado e agredido pelos ladrões – Foto: Ismael Ewald Limberger/Testo Notícias

No dia seguinte ao crime, o assalto virou notícia e a informação chegou até Aline, de 26 anos, uma fissurada em doce que já tinha comprado a guloseima com o senhor. Quando leu sobre o caso, pensou de imediato em dar uma ajuda em dinheiro ao vendedor. Aí conversando com o namorado veio a ideia da vaquinha virtual.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

O objetivo é usar o dinheiro arrecadado para pagar contas do idoso, bem como para custear mantimentos e remédios. Até a manhã desta terça-feira (2), a campanha tinha arrecadado pouco mais de R$ 5 mil. Quem quiser ajudar, pode fazer uma doação de qualquer valor pela internet, clicando aqui.

Logo após o assalto, o senhor chegou a retomar o trabalho e chegou a conversar com a equipe do Jornal Testo Notícia, quando foi fotografado ferido e ainda na labuta. Mas há dias não é mais visto no Centro de Pomerode. Aline acredita que Arizoli esteja se recuperando em casa por causa dos ferimentos.

No dia que deu entrevista, o senhor humilde contou não ter aparelho celular. A jovem conseguiu contato com a mulher que fornece o algodão-doce para o idoso vender. Agora ela tenta descobrir o endereço dele, para saber como o senhor está e entregar os frutos da mobilização. Quem tiver informações sobre a localização de Arizoli pode repassar por WhatsApp 47 98871 9831.

Tópicos relacionados