Um morador de Arroio do Meio, no Rio Grande do Sul, contou para a Defesa Civil onde era a casa dele e como ficou com a destruição após catástrofe climática no estado. O município foi adotado por Chapecó/SC.
Cleberson Weiss Gerhardt tem 40 anos e é um dos desabrigados do Rio Grande do Sul. Ele trabalha como terceirizado da Corsan, empresa que atua no fornecimento de água para a maioria dos municípios gaúchos.
Na cheia de setembro de 2023, ele chegou a atuar no resgate de mais de 68 pessoas. Desta vez, teve que priorizar a família. “Aqui subiu 4 metros e da minha casa só sobrou a escada e a laje”.
“Não consegui auxiliar os demais, pois tinha que salvar minha família, a esposa, três filhos e minha mãe, que levei para Montenegro. Sou novo e tentamos reconstruir com as próprias pernas. Mas não será fácil. Se tivermos uma ajuda é bem-vinda, pois aqui tá feio”, disse Cleberson.
Cleberson é morador de Arroio do Meio e contou para a Defesa Civil de Chapecó/SC como ficou a casa com a destruição após catástrofe climática. – Vídeo: Daniel Braga/PMC/Reprodução/ND
Conheça o município de Arroio do Meio:
Arroio do Meio tem 22 mil habitantes e 1,4 mil pessoas tiveram que sair de casa após a cheia do rio Taquari. A cidade faz divisa com Capitão, Colinas, Estrela, Lajeado, Marques de Souza, Roca Sales, Travesseiro e Encantado.
O município gaúcho de Arroio do Meio fica no interior do Rio Grande do Sul, no Vale do Rio Taquari. Distante 126 km da capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Como ajudar o Rio Grande do Sul?
A Prefeitura de Chapecó reabriu o recebimento dos donativos no Centro de Eventos, das 8h às 11h30 e das 13h às 18h. Outro ponto de recebimento é a superintendência da Efapi, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.
Não é necessário mandar roupas, pois já tem bastante, segundo os responsáveis pelos donativos. A prioridade é material de higiene e limpeza, além de alimentação.
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul publicou uma relação com as possibilidades de como ajudar a população atingida.