O padre João Bachmann, pároco da igreja matriz de Indaial, a Paróquia Santa Inês, completa nesta terça-feira (11) 30 anos de sacerdócio. O catarinense se tornou o padre mais conhecido do Vale do Itajaí após atuar por quase 25 anos em Blumenau, sendo pároco da catedral São Paulo Apóstolo por 11 anos, além dos trabalhos sociais encabeçados pelo religioso.
Padre João Bachmann, com 30 anos de sacerdócio, é o pároco da principal igreja de Indaial, no Médio Vale – Foto: Divulgação/NDAos 55 anos, padre João, como é conhecido, fala em gratidão ao comemorar as três décadas de trabalho na igreja católica.
“São 30 anos de ação de graças pelo sacerdócio, que é vivido intensamente com amor e por amor à comunidade. Só posso agradecer. O que mais me marca nesse tempo todo é acordar de manhã e orar a Deus agradecendo por me escolher, dizendo que aqui está um servo, renovando aquele fervor que me chamou desde o início do sacerdócio.”, disse.
SeguirNascido em Guaramirim, no Norte, o carismático padre João foi ordenado dia 11 de outubro de 1992 na mesma cidade. Logo já foi trabalhar em Joinville. De 1995 a 2018 o religioso atuou em Blumenau, sendo 11 anos pároco da catedral do município, a Igreja São Paulo Apóstolo.
Em dezembro de 2018, foi transferido para Indaial onde até hoje é pároco da igreja matriz. Mas foi em Blumenau que o padre ficou conhecido em toda a região. Atuou em importantes paróquias da cidade como a Imaculada Conceição, no bairro Vila Nova, e o Santuário Nossa Senhora Aparecida, no bairro Itoupava Norte.
Promoveu e realiza ainda as missas especiais como a celebração de Nossa Senhora Desatadora de Nós, além dos projetos sociais como a cozinha comunitária. Em Indaial, o padre já criou a Casa de Acolhida São Francisco de Assis, que atende pessoas em situação de vulnerabilidade.
“O que mais me emociona é o trabalho social, onde você pode oferecer à comunidade o amor em forma de obra e em forma da prática na caridade. Este valor é inestimável, indivisível, fecundo e permanente.”, completou.
Missas do padre João Bachmann são marcadas por igreja lotada – Foto: Jaime Batista/ND