Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Som proibido nas praias de Floripa e os dois lados da moeda

Repercussão, atestam os veículos do grupo ND foi ampla, com vitória esmagadora da nova lei.

Receba as principais notícias no WhatsApp
Praias silenciosas em Floripa e o direito de cada um. Foto: Luis Debiasi/@soubemfloripaPraias silenciosas em Floripa e o direito de cada um. Foto: Luis Debiasi/@soubemfloripa

Quando postei no blog do ND+ há pouco tempo a notícia que os vereadores de Itapema, SC, criaram uma lei proibindo som nas praias do município, o assunto repercutiu na hora e muitos que fizeram comentários sugeriram o mesmo em Floripa. Foi feito, a vereadora Maryanne Mattos  levou o assunto para a Câmara e a mesma lei de Itapema, que ainda irá tramitar. A autora tem interesse  que seja votado ainda este ano.  O BG da NDTV abriu espaço para os telespectadores opinarem. Foi unanimidade. Parabéns. Não sei se juridicamente se permite isso num espaço público e que geralmente é de festa. Mas o povo não deixa de ter razão. Afinal, não é fácil você ficar numa praia ouvindo o que não gosta, que é o que geralmente acontece, e ainda com volume alto as 10 da manhã.  Mas a praia tem dono ou os incomodados que se retirem?  Nesse caso, antes da lei, cada “DJ de praia” deveria ter esse desconfiômetro de que em espaço público também é importante respeitar o direito os outros. Nas praias da zona sul no Rio, Copa, Ipanema e Leblon, tem horário. O sunset na praia é um sucesso. E começa sempre depois das 17 horas.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Tem saída: bom-senso e educação. Fone de ouvido no meio do movimento e numa praia menos movimentada, um som para quem está no grupo, não para a praia inteira. E liberado com hora para começar, depois das 17 horas, e para terminar.  Tem que educar, não proibir.

Tópicos relacionados