Somos todos iguais. Frágeis diante da doença e fortes nos desafios.

Foi o que vivos.
SeguirDe um lado, o medo do desconhecido recomendava o fechamento das atividades não essenciais.
Fiquem em casa. Não sabemos o que é que está acontecendo.
Por outro lado, a economia precisa girar.
No Brasil, comprovadamente, alguns aproveitaram o pânico para roubar.
A ciência correu atrás da vacina. Porém, enquanto ela não vinha, a cloroquina e suas correlatas salvaram muita gente.
Inclusive eu. Amigos meus.
Há ainda uma guerra surda entre laboratórios, governantes e cientistas sobre o uso dos comprimidos salvadores e das vacinas ainda em fase experimental.
Semana passada milhares de paraguaios foram para as ruas pedir a destituição do presidente pela má gestão na solução da Pandemia.
O governo norte americano aprova um auxílio de U$ 1,9 trilhão de dólares para movimentar sua economia.
No mundo todo este é o dilema. Parar e morrer ou crescer e morrer.
Não sabemos quase nada do vírus e suas variantes.
Por enquanto só uma certeza.
Aqueles do povo que chegam ao poder, pensam que são maiores e melhores do que eram até então.
O vírus ensinou que somos todos iguais.
Na saúde ou na desgraça.