Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Somos todos iguais. Frágeis diante da doença e fortes nos desafios.

O povo é o poder

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Somos todos iguais. Frágeis diante da doença e fortes  nos desafios.

Foi o que vivos.

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De um lado, o medo do desconhecido recomendava o fechamento das atividades não essenciais.

Fiquem em casa. Não sabemos o que é que está acontecendo.

Por outro lado, a economia precisa girar.

No Brasil, comprovadamente, alguns aproveitaram o pânico para roubar.

A ciência correu atrás da vacina. Porém, enquanto ela não vinha, a cloroquina e suas correlatas salvaram muita gente.

Inclusive eu. Amigos meus.

Há ainda uma guerra surda entre laboratórios, governantes e cientistas sobre o uso dos comprimidos salvadores e das vacinas ainda em fase experimental.

Semana passada milhares de paraguaios foram para as ruas pedir a destituição do presidente pela má gestão na solução da Pandemia.

O governo norte americano aprova um auxílio de U$ 1,9 trilhão de dólares para movimentar sua economia.

No mundo todo este é o dilema.  Parar e morrer ou crescer e morrer.

Não sabemos quase nada do vírus e suas variantes.

Por enquanto só uma certeza.

Aqueles do povo que chegam ao poder, pensam que são maiores e melhores do que eram até então.

O vírus ensinou que somos todos iguais.

Na saúde ou na desgraça.

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