O homem que se feriu gravemente em uma explosão de botijão de gás em Joinville, no Norte de Santa Catarina, apresenta melhoras no quadro de saúde, mas continua internado e a família precisa de ajuda financeira.
Jéssica Correia Struz, dona de casa, se divide entre o sentimento de tristeza pela ausência do marido em casa e a alegria de saber que ele se recupera bem, no Hospital Municipal São José.
José Carlos Struz recebe visita da família – Foto: Arquivo pessoal/Divulgação NDO motorista de aplicativo José Carlos Struz, de 32 anos, está internado há dois meses, sendo que mais da metade desse tempo permaneceu em coma na uti.
Seguir“Hoje ele já está no quarto, sendo medicado, tomando antibiótico, mas já está conversando, consciente, começou a dar os primeiros passos com o andador. Ainda está com o quadril fraturado, mas ele está bem, avançando muito bem”, comemora Jéssica.
Ainda não há previsão de alta, mas os familiares estão confiantes e felizes com os avanços da saúde do filho.
Nelson Struz, pai da vítima, disse que no começo foi muito difícil.
Nelson Struz, pai de José Carlos, conta como foi difícil o começo – Foto: Reprodução vídeo/Divulgação ND“Me sinto bem mais aliviado hoje. Ele saiu da UTI, já está falando bem, se alimentando”, conta o pai.
José Carlos ficou gravemente ferido após a explosão de um botijão de gás, em novembro do ano passado, na casa dele no bairro Paranaguamirim, zona Sul da cidade.
Botijão de gás partiu ao meio depois da explosão – Foto: Internet/Reprodução/NDO motorista tentava transferir o gás GNV do carro para o botijão de cozinha. A explosão foi tão forte que o botijão se partiu ao meio, danificou a frente do veículo, causou um buraco no muro e destruiu a cobertura da garagem e parte da casa de madeira.
O botijão foi parar a cerca de 150 metros do local da explosão. No dia, o vizinho Luiz Carlos Travasso escutou o barulho e foi o primeiro a chegar para socorrer José Carlos Struz.
Família busca ajuda
José Carlos era um trabalhador autônomo e não contribuía com INSS, por isso não recebe nenhum tipo de auxílio. A esposa passou a trabalhar à noite na indústria para ganhar um pouco melhor. Mas apenas o salário dela não é suficiente para quitar o financiamento da casa, do carro, pagar as contas e alimentar os dois filhos.
Ela clama por ajuda. “Eu só quero poder quitar minhas contas, colocar as coisas em ordem. Se alguém tiver alguma cadeira de rodas para doar e qualquer contribuição será muito bem-vinda”, agradece Jéssica.
Os vizinhos, em uma corrente de solidariedade, ajudam como podem, mas toda a ajuda continua sendo bem vinda porque, mesmo após a alta de José, o tratamento continuará em casa para aliviar as sequelas.
“Sabemos que muitos medicamentos a gente consegue, mas outros serão comprados.” E José não poderá voltar a trabalhar até a recuperação total.
Quem puder contribuir pode doar via Pix
Jéssica Correia Ctruz
Chave: 081.919.399 – 24
*Com informações de Maikon Costa, repórter da NDTV Record Joinville