Eclipse solar é fotografado em Chapecó; veja imagem

Após o registro de um cometa raro, o céu de Chapecó foi presenteado com um eclipse solar. A cena foi fotografada pela Astronomia Chapecó

Foto de Valeria Cenci

Valeria Cenci Chapecó

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Um eclipse solar foi registrado em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, durante a quarta-feira (2). O fenômeno foi fotografado em meio a uma brecha entre as nuvens que dominaram o dia.

Eclipse solar registrado em Chapecó.Após o registro de um cometa raro, o céu de Chapecó foi presenteado com um eclipse solar. A cena foi fotografada pela Astronomia Chapecó. – Foto: Astronomia Chapecó/Diego de Bastiani

Segundo Diego Debastiani, do grupo de Astronomia de Chapecó, o registro foi feito em um breve momento de sol em um dia nublado. Pelas condições do clima, a imagem foi a única fotografia do eclipse solar.

Eclipse solar é registrado dias após registro de cometa:

O eclipse foi registrado dias após a presença de um cometa raro, o qual foi registrado na madrugada de domingo (29) em Chapecó. O fenômeno astronômico poderá ser visto a olho nu até 6 de outubro.

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A cena foi capturada no bairro Passo dos Fortes pelo grupo de Astronomia de Chapecó. Conforme o professor Diego Debastiani, espera-se que o brilho do cometa aumente nos próximos dias.

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    O registro foi feito no bairro Passo dos Fortes pelo grupo de Astronomia de Chapecó. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
    O registro foi feito no bairro Passo dos Fortes pelo grupo de Astronomia de Chapecó. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
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    O fenômeno astronômico poderá ser visto a olho nu até 6 de outubro, com expectativa de aumento de brilho.  - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
    O fenômeno astronômico poderá ser visto a olho nu até 6 de outubro, com expectativa de aumento de brilho.  - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
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    Os astrônomos de Chapecó planejam continuar acompanhando o fenômeno até o dia 6 de outubro. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
    Os astrônomos de Chapecó planejam continuar acompanhando o fenômeno até o dia 6 de outubro. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
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    O cometa já passou pelo periélio, o ponto mais próximo do Sol, e a expectativa é que ele fique ainda mais brilhante nos próximos dias, conforme perde massa e se aproxima da estrela.  - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
    O cometa já passou pelo periélio, o ponto mais próximo do Sol, e a expectativa é que ele fique ainda mais brilhante nos próximos dias, conforme perde massa e se aproxima da estrela.  - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
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    Um cometa raro pode ser observado até 6 de outubro, com expectativa de aumento de brilho. O fenômeno astronômico poderá ser visto a olho nu. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
    Um cometa raro pode ser observado até 6 de outubro, com expectativa de aumento de brilho. O fenômeno astronômico poderá ser visto a olho nu. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
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    O professor detalhou que utiliza uma câmera com tripé e técnicas de longa exposição para captar as imagens do cometa. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
    O professor detalhou que utiliza uma câmera com tripé e técnicas de longa exposição para captar as imagens do cometa. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
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    “Logo no início da observação, a cauda do cometa pôde ser vista claramente no horizonte antes de a luz do amanhecer começar a ofuscar sua visibilidade”, destacou. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani
    “Logo no início da observação, a cauda do cometa pôde ser vista claramente no horizonte antes de a luz do amanhecer começar a ofuscar sua visibilidade”, destacou. - Astronomia Chapecó/Diego Debastiani

“Logo no início da observação, a cauda do cometa pôde ser vista claramente no horizonte antes de a luz do amanhecer começar a ofuscar sua visibilidade”, destacou.

O professor detalhou que utiliza uma câmera com tripé e técnicas de longa exposição para captar as imagens do cometa. Esse cometa é tão raros quanto eclipses solares, explicou Debastiani.

Conforme Diego, o último cometa notável observado a olho nu foi o Neowise, em 2020, embora não tenha apresentado o mesmo brilho no Brasil como em outras partes do mundo.

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