O novo filme do Batman, estrelado por Robert Pattinson e dirigido por Matt Reeves já está entre nós. O longa-metragem traz uma face e personalidade diferente para o vingador, ainda não explorada nas outras versões do personagem.
Longa-metragem estreou na última quinta-feira (3) nos cinemas de todo o país – Foto: Internet/Reprodução/NDSe você ainda tem dúvidas em assistir ou não ao blockbuster, confira a seguir cinco motivos pelos quais você deveria dar uma chance para às três horas de duração de Bruce Wayne combatendo ao crime organizado nas ruas de Gotham City:
1. As mazelas de Gotham
Apesar das facetas da corrupção e do crime sempre terem figurado papel importante nas histórias do Batman, foi somente neste filme que os diretores decidiram dar à cidade o tratamento que merecia.
SeguirCom cores austeras e escuras, Gotham parece estar sempre a mercê de uma tragédia, o que complementa com o personagem desenvolvido para Pattinson.
A cidade de Gotham – Foto: Internet/Reprodução/NDNos únicos momentos que picos de luzes são proporcionados às cenas, somente são usados como um realce para os olhares minuciosos dos atores em suas melhores interpretações.
Volta e meia, focos em cores alaranjadas e avermelhadas retratam as dores e o sofrimento da população, como se a cidade precisasse renascer para ter seu brilho de volta.
2. Ele, Robert Pattinson
Quando há muitas versões do mesmo personagem, é inegável a comparação entre elas pelos fãs. Entretanto, Pattinson conseguiu se destacar à frente de Ben Affleck e Christian Bale.
O Bruce Wayne de Robert tem estampado em seu rosto o sofrimento e amargura nutrida desde a morte de seus pais, que configura suas ações ao vestir a capa do herói.
Batman de Pattinson nega suas vontades a fim de priorizar a população de Gotham – Foto: Internet/Reprodução/NDA atuação pode até ser vista como “mais do mesmo”, afinal, a narrativa mastiga uma história já narrada em outros filmes. Entretanto, ela é impulsionada pelo desejo de dever com a população, e não pelas regalias vividas por Bruce como nos outros longa-metragens do herói, o que dá um novo foco para a existência deste Wayne.
3. Charada, o secundário que rouba a cena
Paul Dano fez o inimaginável: proporcionou simpatia ao maníaco Charada. O ator fez com que o maior vilão do filme fosse posto no centro da narrativa, ofuscado, até mesmo, o próprio Batman em algumas cenas chaves do filme.
Charada, de Paul Dano, é vilão excêntrico e imoral, mas que conquista fãs – Foto: Internet/Reprodução/NDDo início ao fim, Paul focaliza na excentricidade do vilão, até mesmo quando é desmascarado. Com risadas malignas porém verdadeiras, Charada faz do filme seu próprio circo, deixando inclusive um final em aberto para o órfão.
Uma coisa é certa: se o Coringa de Joaquim Phoenix fosse inserido no mesmo universo, os produtores teriam em suas mãos uma mina de ouro.
4. Enrendo policial
Como toda boa história, é necessário um combustível externo para mover o enredo. Neste caso, Reeves aposta em uma briga de gigantes, jogando os maiores chefes do tráfico de drogas contra a polícia, e vice-versa. A mescla de narrativas que, no final, viram uma só, é o elemento chave para um filme que beira o perfeccionismo em suas tomadas de decisão.
5. Cenas de ação
Em algum momento, a DC teria que acerta no quesito ação. E Batman não decepciona. Entre perseguições, bombas e tiroteios, os efeitos especiais do filme dão ainda mais profundidade e temor para o que Matt quis contar ao público.