Diversas previsões e profecias falam sobre o fim do mundo, mas uma das mais enigmáticas vem de Baba Vanga, a vidente búlgara que afirmou que a humanidade pode encontrar seu fim em 2025.
Muitas vezes descrita como o Nostradamus da era moderna, Baba Vanga foi uma mística búlgara cujas profecias chamaram à atenção do público pela primeira vez no meio da Segunda Guerra Mundial – Foto: Internet/Reprodução/NDVanga é conhecida por ter previsto eventos como o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001 e a morte da princesa Diana.
Segundo Baba Vanga, 2025 marcará o início do fim para a humanidade, começando com um grande conflito na Europa. Este evento, embora não detalhado, é descrito como o estopim de uma série de desastres que levarão à extinção da população europeia.
SeguirBaba Vanga prevê o fim da humanidade
Entre 2028 e 2033, a exploração de Vênus se tornará uma prioridade devido à busca por novas fontes de energia.
Cega desde a infância, ela se tornou uma figura altamente festejada, com indivíduos importantes como o czar búlgaro Boris III e o líder soviético Leonid Brezhnev supostamente consultando-a pessoalmente – Foto: Internet/Reprodução/NDBaba Vanga também antecipa um aumento dramático no nível do mar, causado pelo derretimento das calotas polares e mudanças climáticas severas.
Em 2076, Vanga prevê o retorno do comunismo como uma força global dominante, com o sistema político comunista assumindo o controle mundial.
Após esses eventos, a vidente visualiza mais desastres naturais, ataques de uma civilização de Marte e, finalmente, a aniquilação da vida humana na Terra.
A vidente também teria previsto o surto de coronavírus, pouco antes de morrer, em 1996. A revelação foi feita pela ex-treinadora de ginástica rítmica da Bulgária, Neshka Stefanova Robeva, de 73 anos, afirmando que ouviu de Baba Vanga: “O corona estará sobre nós” – Foto: Internet/Reprodução/NDVale ressaltar que não existem livros ou documentos oficiais que comprovem essas previsões diretamente de Baba Vanga. O que sabemos sobre suas profecias vem de relatos e tradições orais, passadas de pessoa para pessoa ao longo do tempo.