Sérgio Luiz de Souza não abandona o engenho de farinha nem durante a pandemia – Foto: Anderson Coelho/ND
Tradição vem desde os bisavós de Sérgio Luiz de Souza, manezinho de Ponta das Canas,em Florianópolis – Foto: Anderson Coelho/ND
Romilda Günther: “é uma riqueza isso aqui” – Foto: Anderson Coelho/ND
Da esquerda para direita: Sérgio, Luiz Gabriel, Heloísa e Romilda – Foto: Anderson Coelho/ND
Mesa farta com beiju para o café, no engenho de Romilda e Sérgio – Foto: Anderson Coelho/ND
Preparo do beiju doce, feito com massa de mandioca, cravo, canela, açúcar, erva-doce e uma pitada de sal – Foto: Romilda Günther/Arquivo pessoal
Beiju doce, prato típico da culinária manezinha – Foto: Romilda Günther/Arquivo pessoal
Nelson Constâncio também cresceu com a cultura da farinha – Foto: Anderson Coelho/ND
Romilda e Sérgio se conheceram durante excursão para Oktoberfest, há 24 anos – Foto: Anderson Coelho/ND
Pandemia alterou pouco a rotina do engenho de Sérgio e Romilda, no Norte da Ilha – Foto: Anderson Coelho/ND
Produção deve chegar os 300 kg de farinha de mandioca no engenho de Sérgio e Romilda, em Florianópolis – Foto: Anderson Coelho/ND
Nelson Constâncio na colheita da mandioca,em Ponta das Canas – Foto: Nelson Constâncio/Arquivo pessoal
Romilda Günther participa de todo o processo de feitio da farinha, em Florianópolis – Foto: Anderson Coelho/ND