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Basta boa vontade para acabar com a polêmica sobre a feira de artesanato da Beira-Mar Norte

Feira da Beira-Mar Norte, conforme reportagem do Jornal ND, precisa de adaptações para valorizar seus comerciantes, fomentar a cultura e assegurar a segurança de todos os frequentadores da região

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Estrutura da feira de artesanato da Beira-Mar Norte, em Florianópolis, está aquém do seu próprio crescimento, nesse momento imerso em uma espécie de conflito de interesses revelado em matéria publicada pelo Jornal ND, nesta segunda-feira (22).

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    Movimento na feira de artesanato da Beira-Mar vem aumentando nos fins de semana, principalmente nos dias ensolarados - Germano Rorato/ND
    Movimento na feira de artesanato da Beira-Mar vem aumentando nos fins de semana, principalmente nos dias ensolarados - Germano Rorato/ND
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    Feira de Artesanato na Beira-Mar Norte, em Florianópolis - Germano Rorato/ND
    Feira de Artesanato na Beira-Mar Norte, em Florianópolis - Germano Rorato/ND

A feira cresceu, ganhou corpo e relevância, são 55 expositores e milhares de pessoas que visitam o espaço que, a exemplo de tudo que envolve a estrutura da Capital do Estado, se tornou incompatível e “vítima” da sua própria evolução.

Além da condição estética onde é possível adequar e melhorar, há uma questão de ocupação desordenada de espaços.

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A Beira-Mar Norte é bonita, espaçosa e democrática o suficiente para acomodar artesãos, expositores, clientes, turistas, desportistas, atletas, crianças e animais.

Ao contrário do que afirmou a subsecretária de Turismo, Carla Costa, na matéria destaque do jornal, não é uma situação de difícil resolução. É simples. Basta ter diálogo e proatividade.

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