Carnaval NDTV: Império Vermelho e Branco entra na Nego Quirido com enredo sobre cerveja

Agremiação do Pantanal é a terceira a desfilar e embarca na história da cerveja, aliada à lenda de Ninkasi, a deusa do álcool

Foto de Valeska Loureiro

Valeska Loureiro Florianópolis

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A Império Vermelho e Branco entra no Complexo Nego Quirido às 20h, sendo a terceira agremiação a desfilar. Neste ano, ela escolheu abordar a história da cerveja, aliada a lenda de Ninkasi, a deusa do álcool, responsável por preparar as bebidas todos os dias para os outros deuses.

A história da cerveja pede passagem na passarela com a Império Vermelho e Branco - Foto: Luiz Fernando DreschA história da cerveja pede passagem na passarela com a Império Vermelho e Branco – Foto: Luiz Fernando Dresch

São 1,1 mil componentes, distribuídos em 16 alas e em um carro e dois tripés. Fundada em 15 de novembro 1991, no Pantanal, a agremiação da Grande Florianópolis se classificou em 10° lugar. Em 2020, conquistou a melhor colocação sendo vice-campeã do Grupo de Acesso.

O Grupo ND realiza a transmissão oficial do desfile das escolas de samba do Carnaval de Florianópolis. Ela pode ser acompanhada pelo portal ND Mais por meio deste link.

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São 1,1 mil componentes, distribuídos em 16 alas e em um carro e dois tripés – Foto: Luiz Fernasndo Dresch/NDSão 1,1 mil componentes, distribuídos em 16 alas e em um carro e dois tripés – Foto: Luiz Fernasndo Dresch/ND

Império Vermelho e Branco no Complexo Nego Quirido

  • O que o Império traz: 1.100 componentes, 16 alas e 1 carros alegórico e dois tripés;
  • Enredo: “Divina Cerveja – A Criação de uma Deusa “. Samba-enredo composto por Mateus Pranto, Juninho Zuação e Lucas Donato. Interpretado por Leandro do Nascimento (Zinho);
  • Carnavalesco: Zeca Swinguinho;
  • Fundação: 15 de novembro de 1991, no Pantanal;
  • Cores: Vermelho e Branco.

Samba-enredo

Império (meu Império!)
Vem pra batucada!
Desce uma bem gelada
Quero versar neste bar da ilusão

Ninkasi saciou o meu desejo
Quando à boca a cevada
Aflora a minha inspiração
É milenar a bebida sagrada
Alma feminina, poesia evocada
Ao ferir a nota ao violão
Vem bebemorar esse néctar dos deuses!
O caldeirão vai borbulhar
E se afogar nesse copo de cerveja
A bruxa tá solta pra tristeza afastar!

À mesa, cada gole, diferentes sensações
Na tua branca espuma viajo
E me reporto à tua influência
Em tantas civilizações
Divina, amante de todo poeta
Companheira de tantos momentos da vida
É você, a paixão nacional
A edição limitada do meu carnaval!

De vermelho e branco, hoje vou me embriagar!
Quero o brinde da vitória!
De alegria transbordar!
Satisfazer meu prazer a noite inteira
Com meu Império, eu não nego a saideira!

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