Se você busca um período de calma em seu feed, o perfil de Bryan Behr no Instagram pode te trazer essa sensação de tranquilidade através das músicas calmas, do violão e dos quadros que ele pinta.
O jovem artista ficou conhecido há quatro anos através do seu primeiro álbum: “Da cor do girassol”, a partir daí, Bryan participou de alguns programas em rede nacional e estava cumprindo agenda de shows antes da pandemia.
“Vou fazer música pro resto da minha vida, então é sempre muito especial me encontrar de formas diferentes através da arte todos os dias. De DCDG pra cá, muita coisa mudou, mais pessoas acompanhando meu trabalho, muitas pessoas talentosas do meu lado, tudo isso me orgulha muito. O mistério de não saber o que pode acontecer com minha carreira amanhã me motiva muito”, contou Bryan.
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Cantor brusquense atua profissionalmente há quatro anos – Foto: Reprodução Instagram/NDRecentemente, o clipe “Minha saudade tem um nome” bateu a marca de 2,1 milhões de visualizações no Youtube, outras canções de Bryan tem pouco mais de 1 milhão de acessos.
Quase sempre, as músicas do brusquense falam de amores, saudades e relações que ele viveu. “Gosto de dizer que tiro música de lugares e de pessoas, as vezes de uma nuvem ou de algo especial que vivi com alguém.
Tento eternizar os momentos que tenho com as pessoas que amo, escrevendo música. E eu amo muitas pessoas”, contou.
Apesar da pandemia de Covid-19, Bryan segue trabalhando em novos EP’s e canções. “Estou no processo de gravação do CAPÍTULO 2, que é um EP que junto de outros EP’s (capítulos), dará vida a um álbum”.
Behr Canvas
Bryan montou uma exposição de quadros, que tem pintado ao longo dos últimos meses, no Casarão Garibaldi, restaurante tradicional de Brusque. A nova forma de expressão artística de Bryan, tem atraído novos olhares para o artista.
“Minhas telas carregam vários sentimentos que coloco também nas coisas que escrevo e canto. Acredito que arte é pra estar no mundo, pra se ver e sentir. Então surgiu a ideia de montarmos essa exposição no Casarão Garibaldi, espaço muito especial e querido por mim”, destacou.
Para Bryan, tanto a música quanto as artes plásticas surgiram desde que ele era pequeno. “Desde criança, sinto uma necessidade enorme de expressar as coisas que sinto e a forma que vejo o mundo. Isso me levou a lugares incríveis através da música, mas quando escrever não foi suficiente pra colocar pra fora as coisas do coração, comecei também a pintar”, desabafou.
“Estou vivo pela arte. Continuaria fazendo o que faço mesmo que isso não me desse retorno financeiro algum, e faria até o último dia da minha vida.
É como uma necessidade biológica”, finalizou Bryan.