Festival “Lanterna Mágica” que acontece anualmente na Freguesia do Ribeirão da Ilha, em Florianópolis, com exibição gratuita de filmes e atrações artísticas – Foto: DivulgaçãoO Festival Lanterna Mágica de Cinema já tem data e local para acontecer: de 23 a 26 de outubro e tradicionalmente na Freguesia do Ribeirão da Ilha.
Então programem-se para mais uma maratona de exibições gratuitas ao ar livre, na Praça da Igreja da Lapa.
A temática desta edição será “Trabalhadoras” com destaque para a produção de cinema feita por mulheres. Haverá ainda uma programação paralela com atividades culturais que vão além do cinema.
SeguirPara integrar a mostra desse ano, foram recebidas 368 inscrições de 20 estados das cinco regiões brasileiras – três deles em coprodução internacional (Brasil/Canadá/USA/Portugal).
Também foram recebidas produções das seis mesorregiões catarinenses. Já a programação oficial será anunciada em breve no perfil do Coletivo Lanterna Mágica no Instagram.
O Festival
Criado em 2021, o Coletivo Lanterna Mágica reúne artistas e profissionais da cultura de Florianópolis. As ações são focadas no Ribeirão da Ilha, um bairro distante dos principais equipamentos culturais da cidade.
Em 2022, o grupo realizou um Cineclube, com sessões contínuas e gratuitas de cinema com foco para a comunidade do Ribeirão da Ilha e arredores.
Aos poucos a programação cresceu e virou um evento maior que traz outras atividades da economia criativa local.
No mesmo ano o coletivo realizou a primeira edição do Festival, com produções catarinenses realizadas por mulheres, e desde então já produziu dois filmes curta metragens.
Edição de 2023 do Festival Lanterna Mágica acontecerá de 23 a 26 de novembro, no Ribeirão da Ilha – Foto: DivulgaçãoLanterna Mágica
“A Lanterna Mágica” foi a precursora do cinematógrafo. Ou seja, a avó do cinema que surgiria no século seguinte.
Estamos falando do século XVI, sendo que curiosamente a primeira exibição dessa “tecnologia” em território brasileiro ocorreu na então Desterro, no ano de 1785, pelo explorador francês Luís 16 (sim, aquele que foi para a guilhotina).
Essa história foi tema de livros e de uma deliciosa reportagem publicada aqui no ND+ (acesses aqui para ler).