Luto em Santa Catarina com a morte do maior artista, até então vivo, do nosso Estado, Rodrigo de Haro.
Rodrigo, de bigode, no auge da idade, da criatividade, da vida, em exposição que sacudia socialmente e culturalmente a llha nos seus anos dourados – Foto: Paulo Dutra
Dele, tenho em minha casa um quadro em que me desenhou nos anos 1970 quando com o colunista Beto Stodieck e eu fomos visitá-lo em sua residência na rua Altamiro Guimarães, onde morava com os pais e irmãos.
SeguirO médico Marcelo Collaço descobriu o desenho, comprou, emoldurou e me presenteou. Acho que fui um dos poucos que ele retratou. Na foto, Rodrigo (d) conversando com o dentista Campolino em uma das badaladas vernissage no Studio A/2 de Beto Stodieck, na Beira-mar Norte.
Rodrigo foi o nosso Deus das artes plásticas, poeta, escritor, nobre, polêmico, suave, agradável e extremamente inteligente. Nasceu em Paris, filho de outro gênio Matinho de Haro, natural de São Joaquim.
Morava há vinte anos em uma casa ao lado da Igrejinha da Lagoa, mas com problemas de saúde, já quase não saia de lá.