Praia de Itajaí receberá 8ª edição da caminhada em homenagem a Iemanjá

Evento ocorre cerca de um mês após estátua da Rainha do Mar ser danificada em ato de vandalismo

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Redação ND Itajaí

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A praia de Cabeçudas, em Itajaí, no Litoral Norte catarinense, recebe nesta quinta-feira (2) a 8ª Caminhada de Iemanjá. O evento ocorre no Dia de Iemanjá, orixá que faz parte do candomblé e de outras religiões de matrizes africanas.

Evento em homenagem a Iemanjá ocorre na praia de Cabeçudas – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/NDEvento em homenagem a Iemanjá ocorre na praia de Cabeçudas – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/ND

O evento começa às 17h30 e segue até 22h, com entrada gratuita. A iniciativa é idealizada e realizada pelo produtor cultural e Pai de Santo de Umbanda, André Trindade, dirigente espiritual do Templo de Ogum Beira Mar.

O evento é realizado no local há sete anos, e já se tornou tradição entre muitos dos moradores do bairro.

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O cortejo de Iemanjá é acompanhado por devotos e simpatizantes da cultura afro-brasileira.

O trajeto terá início às 19h na sede do Templo de Ogum Beira Mar, localizada na rua Tereza Francisca Pereira, nº 289. A caminhada vai até o pontal Norte da praia de Cabeçudas.

Caminhada sairá – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/NDCaminhada sairá – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/ND

Antes do cortejo, a partir das 17h30, acontece a abertura do evento com uma live de Juliana de Passos, influencer digital do Canal Macumbaria, de São José (SC), e participação especial de Mãe Iara de Oxum, idealizadora da Caminhada da Pedra de Xangô de Cajazeiras (Bahia), que veio de Salvador para prestigiar a caminhada em Itajaí.

O cortejo termina no local conhecido como “Canto de Iemanjá”, onde os devotos levam presentes e pedidos.

A entrega do barco com a imagem de Iemanjá está prevista para às 21h30.

Neste ano, o evento também visa combater a intolerância religiosa, já que no início do ano uma imagem de Iemanjá foi alvo de um ato de vandalismo na praia de Cabeçudas.

A estátua da Rainha do Mar, que estava fixada no “Canto de Iemanjá”, local onde acontece a caminhada, foi depredada e teve a cabeça arrancada.

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