Semana das Crianças: viva a leitura diversa

Pelo menos para a nova geração, é possível criarmos crianças mais abertas a todo o tipo de raça, credo, gênero e amor

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Amanda Santos Florianópolis

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Na semana em que comemoramos o Dia das Crianças, vi algumas mães ainda dedicadas ao incentivo a leitura, mesmo em uma era extremamente digital. Observei livrarias com bastante movimentação, ainda que, menor do que a alguns anos atrás.

Sobre a questão da diversidade, artistas e escritores vem se aprimorando ao longo dos anos – Foto: @alyssasieb/Nappy/Divulgação/NDSobre a questão da diversidade, artistas e escritores vem se aprimorando ao longo dos anos – Foto: @alyssasieb/Nappy/Divulgação/ND

A modernidade e o dinamismo, favorece para que as novas gerações busquem informações mais rápidas. A nova realidade torna o hábito de ler um livro algo que nem sempre faz parte das prioridades, mas vocês, pais, responsáveis e educadores, não devem esquecer que a leitura é um importante hábito para aumentar o desempenho do aprendizado. E se há dúvidas com relação a isso, já que as interações visuais parecem trazer muito conteúdo de aprendizagem, há uma gama de incentivos que só a leitura propicia: estimula a criatividade, melhora a escrita, aumenta a empatia e atitudes éticas, desenvolve o pensamento crítico.

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Sobre a questão da diversidade, artistas e escritores vem se aprimorando ao longo dos anos. O que, possibilita uma dinâmica ainda mais importante: a inclusão. O que mostra a identificação e também o aprendizado desde a primeira idade com as múltiplas características de nossas crianças. Pelo menos para a nova geração, é possível criarmos crianças mais abertas a todo o tipo de raça, credo, gênero e amor.

Como sugestão, confira algumas obras que podem agradar:

Pelo menos para a nova geração, é possível criarmos crianças mais abertas a todo o tipo de raça, credo, gênero e amor – Foto: Freepik/Divulgação/NDPelo menos para a nova geração, é possível criarmos crianças mais abertas a todo o tipo de raça, credo, gênero e amor – Foto: Freepik/Divulgação/ND

– Triolé ,Triolé – Poemas de Cruz e Sousa, de Eliane Debus e ilustração de Anelise Zimmermann pela editora Cruz e Sousa;

– O Orocongo do menino gentil, de Priscila Freitas pela editora Cruz e Sousa;

– A casa do meu avô , de Solange Adão Pela editora Cruz e Sousa;

– O mundo de Oyá, de Giselle Marques;

– E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas, de Emicida e Aldo Fabrini

– Amaras, também de Emicida e Aldo Fabrini

– Amor de Cabelo , de  Matthew A. Cherry e Vashti Harrison 

Menina bonita do laço de fita, de Ana Maria Machado e Claudius

O Pequeno Príncipe Preto, de Rodrigo França;

Conhecendo os Orixás: De Exu a Oxalá: 1, de Waldete Tristão e Caco Bressane;

Meu crespo é de rainha, de  Bell Hooks;

– O cabelo de Lelê, de Valeria Belém e Adriana Mendonça;

Kakopi, Kakopi! , de Rogério Andrade Barbosa;

Com qual penteado eu vou?, de Kiusam de Oliveira, Rodrigo Andrade, e outros;

Diversidade:

– Tudo bem ser diferente, de Todd Parr;

– Todas as pessoas contam,  de Kristin Roskifte e Kristin Lie Garrubo;

– Tem lugar aí pra mim?: Um livro sobre Direitos Humanos e respeito à diversidade, de Fátima Mesquita;

– Somos Iguais Mesmo Sendo Diferentes, de Marcos Ribeiro;

– Qual é a cor do amor?, de Linda Strachan;

E esses são só alguns. Como podem ver, opções não faltam… é só a gente querer. Lembrem-se: desenvolver a prática da leitura não é uma tarefa apenas da escola, mas também uma rotina estabelecida em casa, de forma que os pequenos entendam a importância antes mesmo de decifrarem o alfabeto.