Resolvido o destino dos R$ 420 mil de sobras do edital para o audiovisual da Lei Paulo Gustavo (LGP) em Florianópolis.
Os recursos não serão mais devolvidos para o Ministério da Cultura, segundo afirmou a presidente da Fundação Franklin Cascaes, Roseli Pereira, em entrevista ao programa ND Notícias nesta quinta-feira (21).
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SeguirCom a prorrogação da vigência da Lei para o dia 31 de dezembro de 2014, a Fundação e a comissão de implantação da Lei Pulo Gustavo no município vão estudar qual o caminho para remanejar os recursos para outras áreas do cinema.
Remanejamento dos R$ 420 mil da Lei Paulo Gustavo permitirá investir em mais projetos de audiovisual em Florianópolis – Foto: Festival Lanterna Mágica/DivulgaçãoNo início da semana, o blog destacou o impasse sobre a destinação dos recursos, que estavam alocados para a premiação o inciso/categoria reforma de salas de cinema. Como não houve habilitados para faixa, os recursos ficaram pendentes.
Produtores e entidades do audiovisual, como o Funcine e Fórum Setorial, defendem a que os recursos fossem remanejados para outros incisos, sendo aplicado em mais projetos, como produção de dois curtas metragens e outros dois de desenvolvimento de curtas.
Já a Franklin se disse impedida de aplicar o remanejamento porque o edital para o município não previa essa condição.
A saída, no entendimento da fundação, seria um novo edital, porém, ainda havia outro problema: a falta de tempo hábil para um novo certame, já que a vigência inicial da Lei Paulo Gustavo encerrava no dia 31 de dezembro deste ano.
Fundação Franklin Cascaes descarta devolver recursos da Lei Paulo Gustavo
Diante disso, havia o risco de devolução iminente dos R$ 420 mil. Com a prorrogação sancionada nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as tratativas ganharam fôlego e a ideia de devolução está descartada.
Ao ND Notícias, Roseli Pereira disse que uma reunião acontecerá na segunda quinzena de janeiro para definir como serão aplicados os R$ 420 mil.