Americanas tem dívida de mais de R$ 100 milhões com 6 empresas de Joinville; veja quais

Gigante varejista tem dívidas de R$ 41,2 bilhões

Foto de Fernanda Silva

Fernanda Silva Joinville

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Após anunciar um rombo de cerca de R$ 20 bilhões, a loja varejista Americanas decretou processo de recuperação judicial e anunciou uma lista de credores, sendo que seis deles são empresas de Joinville, cidade do Norte catarinense.

Lojas Americanas em Joinville – Foto: Google Maps/Reprodução/NDLojas Americanas em Joinville – Foto: Google Maps/Reprodução/ND

Conforme o Portal R7, a Americanas deve um total de R$ 41,2 bilhões, para 7.720 credores. Destes, R$ 64,8 milhões se referem à classe trabalhista, R$ 41 milhões à classe de quirografários (sem garantia real do pagamento) e R$ 109,5 milhões à classe de microempresas e companhias de pequeno porte.

Para as empresas de Joinville, a Americanas mais de R$ 103 milhões. A lista com os nomes e valores foi divulgada pelo PJE/RJ (Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro). Saiba para quais companhias joinvilenses a gigante varejista deve:

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– Britânia Eletrônicos (R$ 97.682.376,74 milhões)

– 5 Plastic (R$ 4.870.247,65 milhões)

– Companhia Fabril Lepper (R$ 402.846,93 mil)

– Engeterme Tecnologia em Climatização (R$ 44.009,83 mil)

– FNS Comércio e Importação (R$ 160.422,97 mil)

– ELG Pedestais (R$ 73.600,08 mil)

A reportagem do Portal ND+ procurou as empresas joinvilenses citadas, enquanto algumas preferiram não se pronunciar sobre o caso, outras não retornaram até a publicação desta matéria.

O que diz a Americanas

Em nota publicada em 22 de janeiro, acionistas da Americanas Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira afirmaram que jamais tiveram conhecimento e nunca admitiriam “manobras ou dissimulações contábeis” na empresa.

“Nossa atuação sempre foi pautada, ao longo de décadas, por rigor ético e legal”, afirmam os bilionários. “Nem essas instituições financeiras nem a PwC jamais denunciaram qualquer irregularidade. […] Assim como todos os demais acionistas, credores, clientes e empregados da companhia, acreditávamos firmemente que tudo estava absolutamente correto”, afirmam.

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