Ao buscar solução a um velho problema, Casan deixa 350 mil pessoas sem água

As cidades de Criciúma, Içara, Maracajá, Forquilhinha, Siderópolis, Morro da Fumaça, Cocal do Sul e Nova Veneza foram afetadas.

Receba as principais notícias no WhatsApp

O rompimento da adutora de 600 milímetros, que abastece a Estação de Tratamento de Água em Criciúma, e que deixou cerca de 350 mil pessoas sem água, foi em consequência de uma manobra que busca solução a um antigo problema.

A rede nova de 800 milímetros que abastece a região de Criciúma está quase pronta. – Foto: ArquivoA rede nova de 800 milímetros que abastece a região de Criciúma está quase pronta. – Foto: Arquivo

Na tarde desta quinta-feira (26), mais uma vez a velha adutora que sai da Barragem Egídio Amboni, no rio São Bento em Siderópolis e que abastece a ETA (Estação de Tratamento de Água) de Criciúma, teve problemas. Como consequência cerca de 350 mil pessoas podem ser afetadas, direta ou indiretamente.

Tudo aconteceu porque a Casan estava concluindo a instalação de uma adutora de 800 milímetros, paralela a atual que constantemente dá problemas por ser muito antiga. Ao ligar a rede nova houve um pequeno vazamento justo numa região em que a antiga apresentava problemas. Ao movimentar os canos da rede nova a máquina provocou danos à sustentação da rede antiga provocando o vazamento. Onde era para ter duas redes ficou sem nenhuma.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Os consumidores dos pontos mais altos começaram a sentir a falta de água na noite de quinta-feira (26) e em alguns casos só terão o sistema normalizado na tarde deste domingo (29). A rede atende as cidades de Criciúma, Içara, Maracajá, Forquilhinha, Siderópolis, Morro da Fumaça, Cocal do Sul e Nova Veneza.