Após interdição por toxina, áreas de cultivo de moluscos voltam a ser liberadas em SC

Novos testes apontaram a ausência da toxina diarreica e, com isso, o cultivo e comercialização dos moluscos voltam a acontecer

Redação ND Florianópolis

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Áreas para cultivo de moluscos são liberadas após interdição por toxina diarreica – Foto: Nilson Teixeira/ Divulgação/ EpagriÁreas para cultivo de moluscos são liberadas após interdição por toxina diarreica – Foto: Nilson Teixeira/ Divulgação/ Epagri

O monitoramento das áreas de cultivo são constantes e novas interdições podem acontecer, dependendo das toxinas presentes.

As informações sobre a liberação foram divulgadas na última sexta-feira (10), pela Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural.

Ainda segundo o órgão, há duas interdições vigentes por causa da presença da Escherichia coli (E. coli) acima dos limites permitidos. Uma delas em Palhoça, na Barra do Aririú, e outra em São José, na Ponta de Baixo.

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Áreas interditadas em agosto

A toxina havia sido encontrada no final de agosto nas seguintes áreas: Barro Vermelho, Tapera, Sambaqui e Praia do Forte, em Florianópolis; Praia do Cedro, Praia do Pontal, Enseada do Brito e Maciambu, em Palhoça; Laranjeiras, em Balneário Camboriú, e Fazenda da Armação, no município de Governador Celso Ramos.

Com a liberação das áreas, a coleta e comercialização dos moluscos voltam a ser permitidas. Quando a ficotoxina ácido okadaico é consumida por humanos acima dos limites permitidos, pode causar náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreias.

Monitoramento constante

Santa Catarina é o único estado do país com monitoramento permanente das áreas de cultivo.

O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva e permite maior segurança para os produtores e consumidores.

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