Aumento da gasolina em Florianópolis chama atenção e Procon exige resposta

Os altos valores da gasolina pegaram os motoristas de surpresa, já que não houve aumento de impostos ou intervenção da Petrobras

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Redação ND Florianópolis

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Após o aumento acentuado da gasolina, deixando motoristas assustados e pegando-os de surpresa, o Procon de Florianópolis notificou o Sindópolis (Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis) para explicar os motivos dos preços elevados, que vem ocorrendo desde agosto.

gasolinaNem o governo federal, nem a Petrobras deram qualquer indicação de um aumento nos preços da gasolina – Foto: Ian Sell/ND

É importante destacar que nem o governo federal, nem a Petrobras deram qualquer indicação de um aumento nos preços da gasolina, o que levou a população a ficar surpresa.

Em entrevista ao portal ND+, o sindicato afirmou que a decisão foi tomada localmente. Também justificaram o aumento feito nas bombas, o que surpreendeu motoristas na hora de abastecer.

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O Procon, que monitora os preços dos combustíveis mensalmente, constatou que, no período entre agosto e outubro deste ano, a gasolina subiu, em média, 7,62%, a gasolina aditivada, 7,58%, e o diesel teve alta de 19,13%.

Agora, o Procon da Capital exige que o Sindópolis explique o motivo do aumento dos preços e adverte que, em caso de não cumprimento, poderá abrir processos administrativos e encaminhar o caso à Polícia Civil por desobediência.

Não informar o aumento do valor da gasolina prejudica o consumidor

O diretor do Procon da Capital, Alexandre Farias Luz, enfatiza que a fiscalização desempenha um papel crucial na proteção dos direitos dos consumidores e na manutenção de um mercado justo.

“Essa atuação não se limita a aplicar multas ou punições, mas visa garantir que os consumidores recebam produtos e serviços de qualidade, bem como promover transparência nas transações“, explica o diretor.

O secretário de Governo de Florianópolis, Fábio Botelho, concorda e acrescenta: “aumentos injustificados nos preços dos combustíveis, falta de informações claras sobre os preços e a qualidade dos produtos prejudicam os consumidores, algo que não podemos permitir.”

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